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Letra

    Quem sabe por conta de rédeas na mão
    Firmar no estribo e meter seu cavalo
    Às vezes não sabe atacar pela frente
    E entender certamente estas coisas que falo.

    Eu compro a parada, mas jogo por mim
    Que o osso do "culo" também bota sorte
    Que cusco por manso não late pra o dono
    Nem perde o entono quem tem santo forte...

    É meter o cavalo, a razão que se perca
    Quem sabe se amanse na primeira sova
    Igual a um cambão de porteira alambrada
    Que a deixa espichada só enquanto for nova.

    E quando um "paysano" não sabe o que fala
    E assim, légua e pico, só diz o que pensa
    De certo contesta o bom fio de uma faca
    Por aço e alpaca não vê diferença.

    Aprende quem quer com as voltas da vida
    Se cansa na espora quem gira a roseta
    É feito boi manso depois que se solta
    Vem pastar na volta cuidando a carreta.

    Eu sei, pasto verde não é pra matungo
    E que a coisa por boa não dá em macega
    Mas quem não tem lado nem marca borrada
    Se amansa por nada e o estribo não nega.

    Se tenho verdades não são todas minhas
    Mas tenho confiança em cavalos domados
    Em quem toca a vida com jeito e tenência
    E entende a ciência entre manso e cansado.

    Composição: Edilberto Bergamo / Gujo Teixeira. Essa informação está errada? Nos avise.

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