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Os Problemas da Dor Púrpura

Cevlade

Los Líos de Dolor Purpura

Cargo millones de culpas y eso también es mi culpa
Nada resulta, el cielo no es azul tras
Endulzar mi vida con alcohol y con mentiras
Pues, de todos modos, después yo persigo la disculpa

¿Vivir es enfermedad? ¿Será mejor la cura?
No sería locura olvidar vivir a voluntad
Calmaría esta ansiedad solo la mitad de tu amistad
Vivir es solo un medio, el final es el fin de verdad

Pero ya nada es lo que parece
Mis sentidos me muestran que todo de sentido carece
Escribir ya no calma mi ira
La llama de mi vigor en mi cenicero yace dormida

El tiempo es muy lento, me siento y contemplo
Estrellas poco fugaces que se aferran al firmamento
Como mis lamentos que anhelan estar sonriendo
Que anulan mi sonrisa con remordimiento

Si no me he ido es porque amo, pero el dolor a mí
El tiempo que me queda lo destinaré a dormir
A morir, a huir, a sonreír
Cínicamente, pa' que ya no me vean sufrir

Secretos, secretos como desgano, brotan de mis pupilas
Quizás así mis papilas, que apilan pilas y pilas
De confesiones, dormirían tranquilas
Descansarían plácidas en el regazo del tequila

El error es creer, ayer creí en el placer
Hoy creo nuevos modos de olvidar, no solo beber
Correr a socorrerme, mm, puede ser
Pero si solo estoy en esto, solo quiero caer

Dios no supervisa, él siempre tiene prisa
Soy presa de sus caprichos, pero le he cagado misas
Yo no creo en él, pero él tampoco en mí
Quizás me odia, pues yo existo aquí, y él es solo de cenizas

Can you love a poor boy (can you love a poor boy)
Who only knows the taste of tears?
Can you love a poor boy (can you love a poor boy)
Whose dreams would only turn to fears?

En el cielo se rumorea acerca de por qué estoy triste
Eso no me preocupa porque el cielo no existe
Resiste, insisten, no asisten a mis crisis
Luego de un análisis, ser feliz consiste en un disfraz

Ser un payaso sin rostro tras las risas de los demás
Buscando contagiarse de ellas, como sea
Luego de hacer que crean
Uno se agota y se marea, y por eso nunca hay paz

Huyendo de la fatiga habitual
Con sacrificios que al final dejan igual, soy mi peor rival
Mi propósito es normal, es no estar mal
Si todos somos originales, pues, nadie es original

La soledad de tu humedad en el desierto de mi piel perece
Es simple, mi cara reconoces, pero a mí me desconoces
No sé qué mierda tú ofreces
Creces en el olvido, en mis letras te desvaneces

Cada noche duermo solo tres horas, zorra
Se me cierra un ojo mientras el otro llora
Estrellitas verdes al príncipe azul dan fe
Me sonrojaría contigo hasta un simple café

Cada noche duermo solo tres horas, zorra
Se me cierra un ojo mientras el otro llora
Es negro el panorama, un blanco me lo aclara
Lo celestial es absurdo, mi llanto roza tu cara

A boy whose heart would sing out faithfully
With just your heart for company

Cada noche duermo solo tres horas, zorra
Se me cierra un ojo mientras el otro llora
Estrellitas verdes al príncipe azul dan fe
Me sonrojaría contigo hasta un simple café

Cada noche duermo solo tres horas, zorra
Se me cierra un ojo mientras el otro llora
Es negro el panorama, un blanco me lo aclara
Lo celestial es absurdo, mi llanto roza tu cara

A boy whose heart would sing out faithfully
With just your heart for company

Could you settle for a walk in spring
A quiet day at home when it's raining
A love that grows and shows itself
And little things a poor boy can bring?

Can you love a poor boy like me?
(Can you love a poor boy?) Love me, love me, love me
Can you love a poor

Os Problemas da Dor Púrpura

Carrego milhões de culpas e isso também é minha culpa
Nada resulta, o céu não é azul depois
Adoçar minha vida com álcool e mentiras
Pois, de qualquer forma, depois eu busco o perdão

Viver é uma doença? Será melhor a cura?
Não seria loucura esquecer de viver à vontade
Acalmaria essa ansiedade apenas com metade da sua amizade
Viver é apenas um meio, o final é o fim de verdade

Mas nada é o que parece
Meus sentidos mostram que tudo carece de sentido
Escrever não acalma mais minha raiva
A chama do meu vigor repousa adormecida no meu cinzeiro

O tempo é muito lento, me sento e contemplo
Estrelas pouco fugazes que se agarram ao firmamento
Assim como meus lamentos que desejam estar sorrindo
Que anulam meu sorriso com remorso

Se não fui embora é porque amo, mas a dor para mim
O tempo que me resta dedicarei a dormir
A morrer, a fugir, a sorrir
Cinicamente, para que não me vejam mais sofrer

Segredos, segredos como desgosto, brotam dos meus olhos
Talvez assim minhas papilas, que empilham pilhas e pilhas
De confissões, dormiriam tranquilas
Descansariam plácidas no regaço do tequila

O erro é acreditar, ontem acreditei no prazer
Hoje acredito em novos modos de esquecer, não apenas beber
Correr para me socorrer, mm, pode ser
Mas se estou sozinho nisso, só quero cair

Deus não supervisiona, ele sempre tem pressa
Sou vítima de seus caprichos, mas caguei para suas missas
Eu não acredito nele, mas ele também não em mim
Talvez me odeie, pois eu existo aqui, e ele é apenas de cinzas

Você pode amar um pobre rapaz (você pode amar um pobre rapaz)
Que só conhece o gosto das lágrimas?
Você pode amar um pobre rapaz (você pode amar um pobre rapaz)
Cujo sonhos se transformariam apenas em medos?

No céu se rumora sobre por que estou triste
Isso não me preocupa porque o céu não existe
Resiste, insistem, não assistem às minhas crises
Depois de uma análise, ser feliz consiste em uma farsa

Ser um palhaço sem rosto atrás dos risos dos outros
Buscando se contagiar com eles, de qualquer maneira
Depois de fazer acreditar
Um se esgota e se confunde, e por isso nunca há paz

Fugindo da fadiga habitual
Com sacrifícios que no final deixam igual, sou meu pior rival
Meu propósito é normal, é não estar mal
Se todos somos originais, então ninguém é original

A solidão da sua umidade no deserto da minha pele perece
É simples, você reconhece meu rosto, mas me desconhece
Não sei o que diabos você oferece
Cresce no esquecimento, em minhas letras você desaparece

Toda noite durmo apenas três horas, vadia
Um olho se fecha enquanto o outro chora
Estrelinhas verdes dão fé ao príncipe azul
Eu coraria com você até por um simples café

Toda noite durmo apenas três horas, vadia
Um olho se fecha enquanto o outro chora
O panorama é negro, um branco o esclarece
O celestial é absurdo, meu choro toca seu rosto

Um garoto cujo coração cantaria fielmente
Com apenas o seu coração como companhia

Toda noite durmo apenas três horas, vadia
Um olho se fecha enquanto o outro chora
Estrelinhas verdes dão fé ao príncipe azul
Eu coraria com você até por um simples café

Toda noite durmo apenas três horas, vadia
Um olho se fecha enquanto o outro chora
O panorama é negro, um branco o esclarece
O celestial é absurdo, meu choro toca seu rosto

Um garoto cujo coração cantaria fielmente
Com apenas o seu coração como companhia

Você se contentaria com um passeio na primavera
Um dia tranquilo em casa quando está chovendo
Um amor que cresce e se mostra
E pequenas coisas que um pobre rapaz pode trazer?

Você pode amar um pobre rapaz como eu?
(Você pode amar um pobre rapaz?) Me ame, me ame, me ame
Você pode amar um pobre

Composição: Cevlade