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O Que Eu Tenho?

Ceza

Neyim Var Ki

Bir bahçemiz var;
Bir taraf çiçekli, bir tarafsa çöl.
Bir tarafta gökkuþaðý, öbür tarafsa çöl.
Sýnýrda kalmýþlardanýz biz.
Hep sýnýfta kalmýþlardan çok uzaktayýz;
Sýkýntý çekmiþlere yakýn bir yerde.
Çölde kazanýlan zaferler;
Hepsi kanla yazýlýr.
Ahmak olmasaydýn insan;
Tüm zaferler dostça kazanýlýrdý.
Her gün doðumundan her gün batýmýna,
Her geceden gündüze iþlenen bir suç var.
Her bir yerde bahçemiz var
Cümle derde ol deva diye dua ederdi günde bin defa
Fayda yok! Bu çok fena...
Çare yok! Bu bir bela...
Sanki yoktu basta...
Hepsi kalsýn...
Alemimde Sagopa ve Ceza,
Rap için bir pranga...

Ýlham perilerim,
Yorgun ellerim
Ve miskin armaðan düþüncemin
Yanýnda bir emanetim bu bedene.
(zor)
Yýllarým bir yetki verdi;
Etki tepki oldu.
Kendimin hudutlarýnda bir çiçektim, mordum.
Onca tarla doldum.
Bir þafaktim;
Askerin duvarda yýrttýðý bir takvim yapraðýnda.
Geri kalan umut rakamlar oldum.
Ýstediðim yerdeyim.
1-2 dakika verin bu adama konuþamaz.
Dilim tutuldu.

Fincan kahvem hatrýna saydým
Bir yudumluk aþkým deli sarhoþ
Komplo ordularýn gardiyanlarý
Neyim var ki raptan gari?

Fincan kahvem hatrýna saydým
Bir yudumluk aþkým deli sarhoþ
Komplo ordularýn gardiyanlarý
Neyim var ki raptan gari?

Akar sular bu bahçelerde.
Kurtulur zebanilerden.
Akmayan suyu bile çölde
Çesmeler var her bir yerde; bul!
Olmaya çalýþ bir kul!
Ýstediðimiz yekte sulh!
Olmasýn altýmda çul!
Olmasýn param ve pul!
Genede gül bir kez be!
Bir kere gül be!
Senede bir de olsa,
Gül bu çölde yeþerir elbet.
Sabah biter ve biz de
Sýnýrýn ortasýnda kaybolup gider de
Sözlerimizi ve rapimizi
Miras býrakýrýz yeter!

Ey rapin sebepsiz anlamý!
Damarlarýmda gezine dur.
Þakaklarimda kan birikmiþ,
Ben bir cümlelik bir nokta deðilim!
Þiirlerimle gömülecek adým
Satýrlarim ve geçmiþim,
Tokat izlerim...
(Ceza - anlat)
Ellerimde karakalem,
Kara gözüm seyirde.
Yollarýmda yolunu gözlediðim bir yolcu
Maðlubum...
Yaradan Allah'ým! Gençliðime mahcubum
Oyuncak bir tabanca elime hakim oldu,
Çok alýþtým...
Ben bugünde yaþýyorum;
Yarýnda meçhulüm.
Bin yasak ve bin cezayla ilelebet mi yaþýyorum?
Bir bal olsam, damlasam.
Bu yeryüzünde bir kalbim, nefretim
Ve var olan bin cezam...

Fincan kahvem hatrýna saydým
Bir yudumluk aþkým deli sarhoþ
Komplo ordularýn gardiyanlarý
Neyim var ki raptan gari?

Fincan kahvem hatrýna saydým
Bir yudumluk aþkým deli sarhoþ
Komplo ordularýn gardiyanlarý
Neyim var ki raptan gari?

O Que Eu Tenho?

Temos um jardim;
Um lado florido, o outro é deserto.
De um lado um arco-íris, do outro é deserto.
Estamos entre os que ficaram na linha.
Estamos longe de quem sempre ficou de fora;
Perto de quem já sofreu muito.
As vitórias conquistadas no deserto;
Todas são escritas com sangue.
Se você não fosse burro, cara;
Todas as vitórias seriam conquistadas em amizade.
Todo dia, do nascer ao pôr do sol,
Há um crime que se consome de noite para o dia.
Em cada lugar temos nosso jardim
E todo problema rezaria mil vezes por uma solução.
Não adianta! Isso é muito ruim...
Não tem jeito! Isso é uma maldição...
Como se não houvesse nada no começo...
Deixa tudo assim...
No meu mundo, Sagopa e Ceza,
Uma corrente para o rap...

Minhas musas inspiradoras,
Minhas mãos cansadas
E a preguiçosa ideia do meu presente
É um legado para este corpo.
(difícil)
Meus anos me deram uma autoridade;
Ação e reação aconteceram.
Eu era uma flor nos meus próprios limites, roxa.
Fui preenchido por tantos campos.
Eu era um amanhecer;
Na folha de um calendário rasgado por um soldado.
O que sobrou da esperança se tornou números.
Estou onde quero estar.
Dê um ou dois minutos, esse cara não consegue falar.
Minha língua travou.

Por causa do meu café em xícara, eu contei
Um gole do meu amor, bêbado e louco.
Os guardiões das tropas de conspiração
O que eu tenho, além do rap, cara?

Por causa do meu café em xícara, eu contei
Um gole do meu amor, bêbado e louco.
Os guardiões das tropas de conspiração
O que eu tenho, além do rap, cara?

Águas correm por esses jardins.
Se livram dos demônios.
Até a água que não corre no deserto
Tem fontes em cada lugar; encontre!
Tente ser um servo!
Queremos paz em nosso lugar!
Que não tenha trapo embaixo de mim!
Que não tenha dinheiro e migalhas!
Mas ainda assim, sorria uma vez, vai!
Sorria uma vez!
Mesmo que seja uma vez por ano,
Essa flor vai brotar nesse deserto.
A manhã acaba e nós também
Nos perdemos no meio da fronteira e vamos embora
E deixamos nossas palavras e nosso rap
Como herança, é o suficiente!

Ei, significado sem razão do rap!
Circula nas minhas veias.
O sangue se acumulou nas minhas têmporas,
Eu não sou um ponto de uma frase!
Meu nome será enterrado com meus poemas
Minhas linhas e meu passado,
Marcas de tapa...
(Ceza - conta)
Nas minhas mãos, lápis e papel,
Meu olho negro observa.
Na minha estrada, um viajante que espero
Estou derrotado...
Criador, meu Deus! Estou envergonhado da minha juventude
Uma pistola de brinquedo dominou minha mão,
Me acostumei...
Estou vivendo hoje;
Amanhã sou um desconhecido.
Vivo para sempre com mil proibições e mil penas?
Se eu fosse um mel, eu escorreria.
Neste mundo, tenho um coração, ódio
E mil penas que existem...

Por causa do meu café em xícara, eu contei
Um gole do meu amor, bêbado e louco.
Os guardiões das tropas de conspiração
O que eu tenho, além do rap, cara?

Por causa do meu café em xícara, eu contei
Um gole do meu amor, bêbado e louco.
Os guardiões das tropas de conspiração
O que eu tenho, além do rap, cara?

Composição: