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Brasas do Memorial

Chalice (Australia)

Memorial Embers

Where once a naive child learnt the ropes of life and pain
An ashen path has forged to view those remnants with disdain
As leaves descending earthward are a seasonal display
Within those trees and subtle breeze i fell to grace today
Where once a sheltered boy had learnt the sadness of his past
An ashen path has forged to burn the memories at last
As snakes discard their fettered skin and carry on the same
Without that flesh the life is fresh, as though reborn again
Shadows of a candle once adorned
With ambiance beneath a dying flame
Unending is the grief so long alone
The crying light to death reborn again
Reborn again
Reborn again
Today the snakes lie naked
And the land's adorned with leaves
And i rest upon the sunset
With a soul that's learnt to breathe
Today i fell to grace
Amongst a thousand rising embers
Beneath the sky they fade and die
At last... lest i remember

Brasas do Memorial

Onde uma criança ingênua aprendeu as lições da vida e da dor
Um caminho cinzento se formou para ver esses restos com desdém
Enquanto as folhas descem à terra, é uma exibição sazonal
Entre aquelas árvores e a brisa suave, hoje eu caí na graça
Onde um menino protegido aprendeu a tristeza do seu passado
Um caminho cinzento se formou para queimar as memórias, enfim
Como cobras que descartam sua pele e seguem em frente
Sem aquela carne, a vida é nova, como se renascesse de novo
Sombras de uma vela que um dia adornou
Com a atmosfera sob uma chama moribunda
A dor é interminável, tão sozinho por tanto tempo
A luz chorosa para a morte renasce de novo
Renasce de novo
Renasce de novo
Hoje as cobras estão nuas
E a terra se enfeita com folhas
E eu descanso ao pôr do sol
Com uma alma que aprendeu a respirar
Hoje eu caí na graça
Entre mil brasas que se elevam
Sob o céu, elas desaparecem e morrem
Finalmente... a menos que eu me lembre

Composição: