Barriletes (part. Cinco Tatuajes)
Piso 136, departamento triple 3 (333), bajo cada mañana al despertar
No queda espacio en la ciudad, casi no hay aire al respirar
Vigilan a los chicos desde todo el lugar, árboles de cemento con Wi-Fi
No hay entusiasmo y no existe la paz
Dios, dame fuerza para amar
Porque no hay alas que aumenten el tiempo, ni creen en baldíos para intentar recuperar los sueños de mi niñez
Vas a salir a jugar y un barrilete remontar, como hace tanto tiempo, para verlo volar
Te obligan a soñar los sueños que ellos quieren, no te permiten imaginar
Juntando cañas, hilo y papel para hacer un barrilete y verlo volar por última vez
Porque no hay alas que aumenten el tiempo, ni creen en baldíos para intentar recuperar los sueños de mi niñez
Vas a salir a jugar y un barrilete remontar, como hace tanto tiempo, para verlo volar
Como hace tanto tiempo, para verlo volar
Como hace tanto tiempo, para verlo volar
Pipas de Papel (part. Cinco Tatuagens)
Piso 136, apartamento triplo 3 (333), acordo todo dia ao amanhecer
Não sobra espaço na cidade, quase não tem ar pra respirar
Vigilam os moleques de todo lugar, árvores de concreto com Wi-Fi
Não há entusiasmo e a paz não existe
Deus, me dá força pra amar
Porque não tem asas que aumentem o tempo, nem acreditam em terrenos baldios pra tentar recuperar os sonhos da minha infância
Você vai sair pra brincar e empinar uma pipa, como fazia há tanto tempo, pra vê-la voar
Te obrigam a sonhar os sonhos que eles querem, não te deixam imaginar
Juntando canas, linha e papel pra fazer uma pipa e vê-la voar pela última vez
Porque não tem asas que aumentem o tempo, nem acreditam em terrenos baldios pra tentar recuperar os sonhos da minha infância
Você vai sair pra brincar e empinar uma pipa, como fazia há tanto tempo, pra vê-la voar
Como fazia há tanto tempo, pra vê-la voar
Como fazia há tanto tempo, pra vê-la voar
Composição: Ariel Marchesse (Poliya), Pol López Salich