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Bendiga-me (part. Juaninacka e BCN) (versão cumbap)

Charles Ans

Bendíceme (versión cumbap) (part. Juaninacka y BCN)

Sé que no pudieron matarme, no puedo impedirles después
Que no se vistan con mi ropa
Que no aparezcan los domingos con trocitos de mi cadáver
Certeramente disfrazados
Si no dejé tranquilo a nadie, no me van a dejar tranquilo
Ajá, yo
Movimiento' en la sombra
Intangibles
Ya sabes, bendíceme, woah
(¿Pa' qué complicarse?)
¿Pa' qué? (¿Pa' qué complicarse?)
Checa, dije algo como, what?

De tan mal que me sentía, sentía que eras oro puro
Siempre hay más inspiración del lado oscuro, te lo juro
Hay mucho blando, poco duro, ve despacio, no hay apuro
No hay mayor tranquilidad que estar en casa, bien seguro, y
Yo por lo pronto dejé bien cerrá' esa puerta
Y debajo de la cama una cruceta (bendíceme)
Vine a hacer rapel, estoy colgando de sus tetas
Me pregunta si la quiero y no hay respuesta (woah, sí, no, no, no, no)

A estas alturas, no creo que cambie
Porque comí hasta hartarme, pero sigo con hambre
Lo hago porque puedo, porque me cura, soy Juan Guerrero
Y debo facturas que no se pagan con dinero
Un nuevo día es un nuevo punto de partida
Prefiero empezar de cero que lamerme las heridas
Te acompaño en la caída, mi comida es tu comida
Pero a un caballo negro no puedes ponerle bridas, ¿sabes?

Los ojos rojos, tengo las manos sudadas
Según yo ni era tan bueno y tengo gritando a la grada
Estoy medio reventa'o, apenas media temporada
Mi misión: Que no te falte nada, y a ti no te importa nada
Me traes dobla'o y dolido, jodido
Más difícil pa' tragar si se guisó con pan molido
No me llenan ni diamantes ni zafiros, pero
Qué bien decía esa diabla: La vida da muchos giros

Gané comprensión de algunas verdades
Perdiendo oportunidades y amistades
La lealtad es un bien escaso
Y cabe en una billetera o en el fondo de un vaso
Es licor de agave, cálculos, fórmulas escritas en mármol
Intenciones ocultas, ya sabes
Porque en esta vida no hay nada seguro
Cuando no encuentras la puerta, te Toca escalar el muro

Va despacio, tres puntos, hasta el espacio profundo
Préndete otro mientras por necio pregunto, y yo
Siempre jodiendo en mis asuntos
Pero qué bien sabe la vida cuando la tengo aquí junto
Estoy borrando el rastro que dejó en sus huellas
Aquí hay puro cochinero, se reventó otra botella
Puro polvo estelar, hoy solo el resto de una estrella
Y en el refri hay pollo frío y paella, ella

Teatro del absurdo, solo oigo gritos mudos
Diestros y zurdos buscando lo ancho del embudo
Vale tudo, lo sé, lo que no sé es por qué dudo
Conozco las cerraduras, tengo más llaves que el judo
Ayer no se pudo, pero hoy me lo preparo
Me lo envuelvo con arroz y me lo como crudo
Te lo juro, no juzgo, no estoy de ningún lado
Pienso menos en el pasado y más en el futuro

Amigos se cortan solos, cada uno sus lecciones
A mí entre más me nubla, más me pone a ver qué cara pone
La veintisiete la escribí haciendo flexiones
Dejé la veintiocho en nombre de mis malas decisiones
Y dije: ¿Qué más da? Otras cuatro más pa' irme
He visto decir te odio a quien antes decía bien firme
El arte encadena, otros dicen nació libre
Yo, como su mirada: Intangible, bendíceme

¿Pa' qué complicarse?
Si podemo' burlarno' de esta vida amarga
Con la dulce sensación de envenenarse
¿Pa' qué complicarse?
Si podemo' burlarno' de esta vida amarga
Con la dulce sensación de envenenarse
¿Pa' qué complicarse?
Si podemo' burlarno' de esta vida amarga
Con la dulce sensación de envenenarse
¿Pa' qué complicarse?
Si podemo' burlarno' de esta vida amarga
Con la dulce sensación de envenenarse

Cuando yo tenía tu edad
Decían que podíamos hacernos policías o delincuentes
Hoy lo que yo digo es esto: Estás frente a un arma cargada
¿Cuál es la diferencia?

No me van a dejar tranquilo
-Quilo, quilo, quilo, quilo, quilo
No me van a dejar tranquilo
-Quilo, quilo, quilo, quilo, quilo, quilo, quilo

Bendiga-me (part. Juaninacka e BCN) (versão cumbap)

Sei que não conseguiram me matar, não posso impedir depois
Que não se vistam com minhas roupas
Que não apareçam aos domingos com pedaços do meu cadáver
Disfarçados com precisão
Se não deixei ninguém em paz, não vão me deixar em paz
Ajá, eu
Movimento nas sombras
Intangíveis
Já sabe, bendiga-me, woah
(Pra que complicar?)
Pra que? (Pra que complicar?)
Olha, eu disse algo como, what?

De tão mal que me sentia, sentia que eras ouro puro
Sempre há mais inspiração do lado obscuro, te juro
Tem muito mole, pouco duro, vai devagar, não tem pressa
Não há maior tranquilidade que estar em casa, bem seguro, e
Eu por enquanto deixei bem fechada essa porta
E debaixo da cama uma cruzeta (bendiga-me)
Vim fazer rapel, tô pendurado nos peitos dela
Me pergunta se a quero e não há resposta (woah, sim, não, não, não, não)

A essas alturas, não acho que mude
Porque comi até me encher, mas sigo com fome
Faço isso porque posso, porque me cura, sou Juan Guerrero
E tenho contas que não se pagam com dinheiro
Um novo dia é um novo ponto de partida
Prefiro começar do zero do que lamparinar as feridas
Te acompanho na queda, minha comida é sua comida
Mas a um cavalo negro não dá pra pôr rédeas, sabe?

Os olhos vermelhos, tô com as mãos suadas
Segundo eu, nem era tão bom e tenho a galera gritando
Tô meio estourado, mal começou a temporada
Minha missão: Que não te falte nada, e pra você não importa nada
Me traz machucado e ferido, fodido
Mais difícil pra engolir se foi cozido com pão moído
Nem diamantes nem safiras me satisfazem, mas
Como aquela diabinha dizia: A vida dá muitas voltas

Ganhei compreensão de algumas verdades
Perdendo oportunidades e amizades
A lealdade é um bem escasso
E cabe numa carteira ou no fundo de um copo
É licor de agave, cálculos, fórmulas escritas em mármore
Intenções ocultas, já sabe
Porque nesta vida não há nada seguro
Quando não encontra a porta, você tem que escalar o muro

Vai devagar, três pontos, até o espaço profundo
Acende outro enquanto por teimoso pergunto, e eu
Sempre me metendo nos meus assuntos
Mas como a vida sabe bem quando a tenho aqui junto
Tô apagando o rastro que deixou em suas pegadas
Aqui só tem bagunça, estourou outra garrafa
Puro pó estelar, hoje só o resto de uma estrela
E na geladeira tem frango frio e paella, ela

Teatro do absurdo, só ouço gritos mudos
Destros e canhotos buscando a largura do funil
Vale tudo, eu sei, o que não sei é por que duvido
Conheço as fechaduras, tenho mais chaves que o judô
Ontem não deu, mas hoje me preparo
Me embrulho com arroz e como cru
Te juro, não julgo, não tô de nenhum lado
Penso menos no passado e mais no futuro

Amigos se cortam sozinhos, cada um suas lições
Pra mim, quanto mais me nublam, mais me fazem ver que cara fazem
A vinte e sete escrevi fazendo flexões
Deixei a vinte e oito em nome das minhas más decisões
E disse: Que mais dá? Outras quatro pra ir embora
Já vi dizer te odeio a quem antes dizia firme
A arte encadena, outros dizem nasceu livre
Eu, como seu olhar: Intangível, bendiga-me

Pra que complicar?
Se podemos nos divertir com essa vida amarga
Com a doce sensação de se envenenar
Pra que complicar?
Se podemos nos divertir com essa vida amarga
Com a doce sensação de se envenenar
Pra que complicar?
Se podemos nos divertir com essa vida amarga
Com a doce sensação de se envenenar
Pra que complicar?
Se podemos nos divertir com essa vida amarga
Com a doce sensação de se envenenar

Quando eu tinha sua idade
Diziam que podíamos nos tornar policiais ou criminosos
Hoje o que eu digo é isso: Você está diante de uma arma carregada
Qual é a diferença?

Não vão me deixar em paz
Quilo, quilo, quilo, quilo, quilo
Não vão me deixar em paz
Quilo, quilo, quilo, quilo, quilo, quilo, quilo