El Tiempo Cura (part. Adan Golden Ganga)
Déjame a solas, aunque, odie las despedidas
El tiempo cura todo pero cobra con la vida
Unos pierden por amor por el humo, la bebida
Sírveme otras dos, sal y limón en la herida
Es otra excusa pa' sentir que vibro de nuevo
Aunque me aíslo nunca fui de prisas o peros
Si tu caricia asfixia nunca fue sincero
No niego que sea una delicia, oler tu pelo
Bueno, al borde de ese precipicio
La cuerda floja de tus ojos y tus acertijos
Yo solo un bobo de ojos rojos que predijo
Que la música era todo se lo contaré a mis hijos
Digo, toda una vereda por delante
Desde aquel martes 13, ya son 13 años de darle
A veces mágico, a veces titubeante
A veces la cabeza llena otras sin nada que contarte
Sabes? Yo me la vivo a mi manera
Siempre pensé quizás por ti me detuviera
Aquel mal de amores una crisis pasajeras
Hoy nada nos libra como en música ligera
No vine a vender humo, no vine a vender sobras
Que vida la mía, que me fía y me lo cobra
Veneno de serpiente no confíes ni en tu sombra
Pase de adorarte a solo sentir que me estorbas
Se ve que te quise por mis cicatrices
Si nunca lo viste pues te lo perdiste
Te quise dar amor del bueno
Pero amor propio debes encontrar primero
Yo no quiero detenerte, solo quiero decirte que
Nada podrá complacerte, si no logras verte
Así que vete, mejor ya vete
O tempo cura (parte. Adan Golden Ganga)
Deixe-me em paz, embora eu odiasse despedidas
O tempo cura tudo, menos carrega a vida
Alguns perdem por amor à fumaça, bebem
Sirva-me mais dois, sal e limão na ferida
É outra desculpa para sentir que vibro novamente
Embora eu me isolasse, nunca tive pressa ou
Se sua carícia de asfixia nunca foi sincera
Eu não nego que é uma delícia, cheirar seu cabelo
Bem, na beira desse precipício
A corda bamba de seus olhos e seus enigmas
Eu apenas um tolo de olhos vermelhos que previu
Essa música era tudo o que direi aos meus filhos
Quero dizer, um caminho inteiro pela frente
Desde aquela terça-feira 13, faz 13 anos desde
Às vezes mágico, às vezes hesitante
Às vezes, a cabeça enche os outros de nada para lhe dizer
Você sabe? Eu vivo do meu jeito
Eu sempre pensei que talvez para você eu parasse
Que doença do amor uma crise passageira
Hoje nada nos liberta como na música leve
Eu não vim vender fumaça, não vim sobras
Que vida minha, que confia em mim e me cobra
Veneno de cobra não confie na sua sombra
Eu fui de te adorar a apenas sentir que você me atrapalha
Você vê que eu te amei por causa das minhas cicatrizes
Se você nunca viu, então você perdeu
Eu queria te dar um bom amor
Mas amor próprio, você deve encontrar primeiro
Eu não quero te parar, eu só quero te dizer que
Nada pode agradá-lo se você não pode vê-lo
Então vá, é melhor ir agora