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Diabólico e Doente

Cheol

Diabolical And Sick

Like a cynical, sarcastic clown
Diabolical and sick-with no cure
I feel the wounds of madness,
Bring them along with me
Laughing i am, at my enemy's misfortune
Bitter laughter like absinthe

Vengeance, hate, magical feeling
Diabolical,cynical and tragic
I am the horrible creature sick, of a
Darkned soul
Of a bitter intinct
Of beast, of a starving wolf
Crossing ages, like a chimera i feel

Like a cynical, sarcastic clown
Diabolical and sick - with no cure
I laugh at my enemy's misfortune
(i)bring the wounds of madness
Along with me

In my shaking hands
Death comes down mercilessly
Dressing itself up in flesh
That's how death in shown in me

With tones of fury upon my face
Speading horror, i am fear
Fear of all the ones who look for faith
Hide their sins and have no grace

I am the horrible creature,
Sick,of a darkened soul
Of a bitter intinct
Of beast, of a starving wolf

I'm the sight that makes your
Flesh creep
Suckled with the blood of the weak
With copper taste
Feeding vengeance and hate
Noble feeling that destroys faith!

I am the frightening crature,
Bloody and odd one
My lips are dressed up in black
Like the judges of the inquisition
I roam the world bewitching, destroying
I hurt, possess, lie.
I show no mercy - i destroy, scream
Stifling prayers of afflition

Vago pelo mundo
Enfeitiçando, destruindo
Magôo, possuo,minto
Não perdôo, destruo, grito
Para abafar as preces do aflito.

Diabólico e Doente

Como um palhaço cínico e sarcástico
Diabólico e doente - sem cura
Sinto as feridas da loucura,
Trago elas comigo
Rindo estou, da desgraça do meu inimigo
Riso amargo como absinto

Vingança, ódio, sensação mágica
Diabólico, cínico e trágico
Sou a criatura horrível, doente, de uma
Alma sombria
De um instinto amargo
De besta, de um lobo faminto
Atravessando eras, como uma quimera eu sinto

Como um palhaço cínico e sarcástico
Diabólico e doente - sem cura
Eu rio da desgraça do meu inimigo
(trago) as feridas da loucura
Comigo

Em minhas mãos trêmulas
A morte desce impiedosamente
Vestindo-se de carne
É assim que a morte se mostra em mim

Com tons de fúria no meu rosto
Espalhando horror, eu sou o medo
Medo de todos que buscam fé
Escondem seus pecados e não têm graça

Sou a criatura horrível,
Doente, de uma alma sombria
De um instinto amargo
De besta, de um lobo faminto

Sou a visão que faz sua
Carne arrepiar
Amamentado com o sangue dos fracos
Com gosto de cobre
Alimentando vingança e ódio
Sentimento nobre que destrói a fé!

Sou a criatura assustadora,
Sangrenta e estranha
Meus lábios estão vestidos de preto
Como os juízes da inquisição
Vago pelo mundo enfeitiçando, destruindo
Eu machuco, possuo, minto.
Não mostro misericórdia - eu destruo, grito
Sufocando as orações do aflito

Vago pelo mundo
Enfeitiçando, destruindo
Magôo, possuo, minto
Não perdôo, destruo, grito
Para abafar as preces do aflito.

Composição: Maghor