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Virei as Costas

Neneh Cherry

Turn My Back

Posted, stamped and tasted
Letter from me to me
My direct plea
Fruitless and out of season
Came back to me, unopened
Untasted, untried and not tested
I began to see
Fullfill needs silently
Inside we bleed

Right, write right to the country
And tell them I'm sorry I left
My man and 48 kids on the bridge of starvation
Without any gingerbread
Right, I write right to the country
And tell them I'm sorry I left
My man and 48 kids on the bridge of starvation
Without any gingerbread

Give me little leave for the things I need
Give me little love
Give me little peace
Give me this and that

Like freaks we come together after midnight
Abstract in our love
Abstinent and out of reach
I plead for release
Kiss me please, kiss me please
Reality like letting my head go
Like bullet rains in the desert dry
No high, won't change
How low you go, how low you go

Turn my back, turn around again
There it is, there it is again

Bad taste, privet to my tongue
Visions that I have
Become memories like echoes
And that is real at least to me
I got to find a leave for my tape machine
Give me little leave for the things I need
Messenger, metaphors
Abstinent I reform
My Pumas go like machine guns
When I gotta go, gotta go

Give me little leave for the things I need
Give me little love
Give me little peace
Give me this and that
Turn my back, turn around again
There it is, there it is again

Left, right, my left, my left, my right
Left, I left, with my right I step
With my left I left

Virei as Costas

Postado, carimbado e provado
Carta de mim para mim
Meu pedido direto
Infrutífero e fora de época
Voltou pra mim, sem abrir
Sem provar, sem tentar e não testado
Comecei a ver
Satisfazer necessidades em silêncio
Por dentro, sangramos

Certo, escrevo certo para o país
E digo que sinto muito por ter ido
Meu homem e 48 filhos na ponte da fome
Sem nenhum pão de mel
Certo, escrevo certo para o país
E digo que sinto muito por ter ido
Meu homem e 48 filhos na ponte da fome
Sem nenhum pão de mel

Me dê um pouco de folga para as coisas que preciso
Me dê um pouco de amor
Me dê um pouco de paz
Me dê isso e aquilo

Como malucos, nos juntamos depois da meia-noite
Abstratos no nosso amor
Abstinentes e fora de alcance
Eu imploro por liberdade
Me beija, por favor, me beija, por favor
Realidade como deixar minha cabeça ir
Como chuvas de balas no deserto seco
Sem euforia, não vai mudar
Quão baixo você vai, quão baixo você vai

Virei as costas, virei de novo
Lá está, lá está de novo

Sabor ruim, privet na minha língua
Visões que eu tenho
Se tornam memórias como ecos
E isso é real, pelo menos pra mim
Preciso encontrar uma folga para minha máquina de fita
Me dê um pouco de folga para as coisas que preciso
Mensageiro, metáforas
Abstinente, eu me reformo
Minhas Pumas vão como metralhadoras
Quando eu tenho que ir, tenho que ir

Me dê um pouco de folga para as coisas que preciso
Me dê um pouco de amor
Me dê um pouco de paz
Me dê isso e aquilo
Virei as costas, virei de novo
Lá está, lá está de novo

Esquerda, direita, minha esquerda, minha esquerda, minha direita
Esquerda, eu fui, com minha direita eu piso
Com minha esquerda eu fui

Composição: