L'âge de rason
Je me souviens des mots des histoires
Et de simuler une vie qu'on s'inventer
J'entends rebondir dans ma mémoire
Les balances et les rires
Mon cœur qui fait des ricochets
Je me souviens de goût de l'innocence
De ces questions sur nos lèvres au parfum fruit de l'impatience
Car sous le soleil de notre enfance
Chaque matin le jour se [?]
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Comme la plus belle des saisons
Jamais je n'aurai l'age de me faire une raison, une raison
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Les années peuvent bien coulée
Je vis chaque jour comme si s'était le premier
La vie aime qu'on la prenne au sérieux
On apprends le pire a perdre a dire a dieu
C'est quelque seconde qui pèsent des tonnes
Et qui semble te prévenir te jette dans la coure des hommes
Au bords de ces rêves et puis ces envies
Peu a peu toute l'insouciance s'essouffle se re-débouger
Mais dis moi quand l'enfance c'est enfuit
En sortons vraiment grandi
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Comme la plus belle des saisons
Jamais je n'aurai l'age de me faire une raison, une raison
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Les années peuvent bien coulée
Je vis chaque jour comme si s'était le premier
Je me souviens des secrets dans la voix
Des frissons de la fièvre des premières fois
J'ai dans la peau ce doux grain de folie
Non je ne suis pas guéris
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Comme la plus belle des saisons
Jamais je n'aurai l'age de me faire une raison, une raison
Je te promets même quand le temps seras plus vieux
Je garderai ce doux rayon au fond des yeux
Les années peuvent bien coulée
Je vis chaque jour comme si s'était le premier
A Idade da Razão
Eu me lembro das palavras das histórias
E de simular uma vida que a gente inventa
Eu ouço ecoar na minha memória
As balanças e as risadas
Meu coração que faz ricochete
Eu me lembro do gosto da inocência
Dessas perguntas nos lábios com o perfume da impaciência
Pois sob o sol da nossa infância
Cada manhã o dia se [?]
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Como a mais bela das estações
Nunca terei idade para me fazer uma razão, uma razão
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Os anos podem muito bem passar
Eu vivo cada dia como se fosse o primeiro
A vida gosta que a gente a leve a sério
A gente aprende o pior a perder, a dizer adeus
São alguns segundos que pesam toneladas
E que parecem te avisar, te jogam na corrida dos homens
À beira desses sonhos e dessas vontades
Pouco a pouco toda a despreocupação se esgota, se re-mexe
Mas me diz, quando a infância se foi
A gente realmente cresceu?
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Como a mais bela das estações
Nunca terei idade para me fazer uma razão, uma razão
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Os anos podem muito bem passar
Eu vivo cada dia como se fosse o primeiro
Eu me lembro dos segredos na voz
Dos arrepios da febre das primeiras vezes
Eu tenho na pele esse doce grão de loucura
Não, eu não estou curado
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Como a mais bela das estações
Nunca terei idade para me fazer uma razão, uma razão
Eu te prometo, mesmo quando o tempo ficar mais velho
Eu guardarei esse doce raio no fundo dos olhos
Os anos podem muito bem passar
Eu vivo cada dia como se fosse o primeiro
Composição: Davide Esposito, Noé Clément