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MAIQUETÍA (part. Joaquina)

Chino & Nacho

MAIQUETÍA (part. Joaquina)

Las raíces no se van
Aunque el viento arrase y las riegue alguien más

Cuando pise Maiquetía, lo primero que yo haría
Darle las gracias al cielo, la tormenta despejó
Todo el mundo aquí en mi casa sueña en cuenta regresiva
La subida hacia Caracas, retomar lo que empezó aquí

Espero no me hayas olvidado, así como no te olvidé a ti
Siempre has sido parte de mi pasado
Pero yo he soñado mi futuro así (así, así)
Ver El Ávila iluminado, sintiendo que me arropa al dormir
Correr tras el carrito de helado'
Yo siempre he soñado mi futuro aquí (aquí, aquí, aquí, aquí, aquí)

Aquí, aquí, aquí es donde te invito a vivir
Confía en mí, hay sueños que se pueden cumplir
En la Plaza Bolívar bailando, yo te espero
Debajo de la matica nos comemos unos perro'
Que se nos cure el alma mirando nuestro cerro'
Que de este la'o 'el charco también se pasa bueno
Cuando pise Maiquetía, lo primero que yo haría
Darle las gracias al cielo, la tormenta despejó
Todo el mundo aquí en mi casa sueña en cuenta regresiva
La subida hacia Caracas, retomar lo que empezó aquí (aquí)

Espero no me hayas olvidado (no me olvide', no), así como no te olvidé a ti
Siempre has sido parte de mi pasado
Pero yo he soñado mi futuro así
Ver El Ávila iluminado, sintiendo que me arropa al dormir
Correr tras el carrito de helado'
Yo siempre he soñado mi futuro aquí (aquí, aquí, aquí, aquí, aquí)
Yo siempre he soñado mi futuro aquí (siempre he soñado, siempre he soñado, jajaja, Joaquina, Chino y Nacho)

Somos muchos los que estamos lejo'
Pero pocos los que estamos ausente'
Cuando nombran a un venezolano de bien
El orgullo nos dice: Presente
Yo no cambio el amor de mi gente, rumbera de sangre caliente
Que vean tus ojos, que nadie te cuente que hay un paraíso en este continente
Mis amigos volverán
Qué bonito que los sapitos nunca dejaron de cantar

MAIQUETÍA (part. Joaquina)

As raízes não se vão
Mesmo que o vento leve e alguém regue mais

Quando eu pisar em Maiquetía, a primeira coisa que eu faria
É agradecer ao céu, a tempestade se dissipou
Todo mundo aqui na minha casa sonha em contagem regressiva
A subida para Caracas, retomar o que começou aqui

Espero que você não tenha me esquecido, assim como eu não te esqueci
Você sempre foi parte do meu passado
Mas eu sonhei meu futuro assim (assim, assim)
Ver o Ávila iluminado, sentindo que me abraça ao dormir
Correr atrás do carrinho de sorvete
Eu sempre sonhei meu futuro aqui (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui)

Aqui, aqui, aqui é onde te convido a viver
Confia em mim, há sonhos que podem se realizar
Na Praça Bolívar dançando, eu te espero
Debaixo da árvore a gente come uns cachorro-quente
Que a gente cure a alma olhando nosso morro
Que desse lado o charco também é bom
Quando eu pisar em Maiquetía, a primeira coisa que eu faria
É agradecer ao céu, a tempestade se dissipou
Todo mundo aqui na minha casa sonha em contagem regressiva
A subida para Caracas, retomar o que começou aqui (aqui)

Espero que você não tenha me esquecido (não me esquece, não), assim como eu não te esqueci
Você sempre foi parte do meu passado
Mas eu sonhei meu futuro assim
Ver o Ávila iluminado, sentindo que me abraça ao dormir
Correr atrás do carrinho de sorvete
Eu sempre sonhei meu futuro aqui (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui)
Eu sempre sonhei meu futuro aqui (sempre sonhei, sempre sonhei, hahaha, Joaquina, Chino e Nacho)

Somos muitos os que estamos longe
Mas poucos os que estamos ausentes
Quando falam de um venezuelano de bem
O orgulho nos diz: Presente
Eu não troco o amor da minha gente, rumbera de sangue quente
Que vejam seus olhos, que ninguém te conte que há um paraíso neste continente
Meus amigos voltarão
Que bonito que os sapinhos nunca pararam de cantar