Dreaming Of Indigo (A Blood Red Vision)
The stone, disturbs the gentel waters
The ripples increase infinately
Lonely willow, placid tree
It weeps in sadness, mournfully
The blood it drips, the drop explodes
And from the mud a flower grows
The flower grows, then wilts and dies
The blood congeals, the tears they dry
Death comes to all of us
But to you on delicate wings,
Grace me with your prescence
The insperation it bring
Now your pedestal stands empty
Drink to absent friends
Rinse your innocence away
Fallen grace, fall from sight
I weep into my hands
For I'm shook with grief
Sobbing uncontrollably
I tremble like a leaf
Autumn now has come for me
A somber song I sing
Stagnant thoughts not realised
Disphoria complete
I vainly chase my youth
But youth flew long ago
Poisoned by your bitterness
You can't blossem when you can't grow
If I can have my time again
I wouldn't waste it on you
I'd ignore all the lies that
You'd insisted are true
You were a wild malady
Mired I never could be free
You closed your mind to ease your grief
Never alone in your misery
As dusty books fall into decay
Forgotten scripts on yellow leaf
Proud dynastis died and fell
A spirit leaves this mortal coil
Drifiting over non descript lands
Help a lot by clammy hands
Aromatic winds blow gossamer hair
As lonely conscience laughs we care
You joke I read forgotten pride
Left for innocence to defy
Our bodies rot the memories keep
It wakes the first born from their sleep
Guilt washes chastity away
Gods look on nothing to say
Alleihence closes from the pain
And in the earth our hopes are lain
Sonhando com Índigo (Uma Visão Vermelha de Sangue)
A pedra perturba as águas serenas
As ondas aumentam infinitamente
Salgueiro solitário, árvore calma
Chora de tristeza, lamentando
O sangue que pinga, a gota explode
E do barro uma flor nasce
A flor cresce, depois murcha e morre
O sangue se coagula, as lágrimas secam
A morte vem para todos nós
Mas para você com asas delicadas,
Dê-me a graça da sua presença
A inspiração que traz
Agora seu pedestal está vazio
Brinde aos amigos ausentes
Lave sua inocência
Graça caída, desapareça da vista
Choro em minhas mãos
Pois estou abalado de dor
Soluçando incontrolavelmente
Tremo como uma folha
O outono agora chegou para mim
Uma canção sombria eu canto
Pensamentos estagnados não realizados
Disforia completa
Perseguindo em vão minha juventude
Mas a juventude voou há muito tempo
Envenenado pela sua amargura
Você não pode florescer quando não pode crescer
Se eu pudesse ter meu tempo de volta
Não o desperdiçaria com você
Ignoraria todas as mentiras que
Você insistiu que eram verdade
Você era uma doença selvagem
Atolado, nunca consegui ser livre
Você fechou sua mente para aliviar sua dor
Nunca sozinho em sua miséria
Enquanto livros empoeirados caem em decadência
Roteiros esquecidos em folhas amarelas
Dinastias orgulhosas morreram e caíram
Um espírito deixa este corpo mortal
Flutuando sobre terras sem descrição
Ajudado por mãos úmidas
Ventos aromáticos sopram cabelos diáfanos
Enquanto a consciência solitária ri, nós nos importamos
Você brinca, eu leio o orgulho esquecido
Deixado para a inocência desafiar
Nossos corpos apodrecem, as memórias permanecem
Acorda o primogênito de seu sono
A culpa lava a castidade
Os deuses olham sem nada a dizer
A aliança se fecha pela dor
E na terra nossas esperanças são enterradas