Atado a Tu Voz
Hoy exhalo sentimientos que guardé
Con llave en una caja de cristal
Sin pensarlo, sin querer
No sé si el pasado me hace bien
Si olvidarte fue mi salvación
Si aún quererte es pecado o un error
Tal vez es hora de abortar la misión
Quedarnos en la sombra del adiós
¿Quién me lo iba a decir?
Que las lluvias de abril
Avisaban que el mundo no iba a subsistir
Cada paso que di
Cada nueva ilusión ahogadas en un vaso de alcohol
Ese avión de papel
Que nunca despegó
Más allá de arañazos en este colchón
Un secreto pintado de sal y limón
Porque el miedo a enamorarme me hizo odiarte
Y hoy vivo atado a tu voz
Tú me hiciste llorar de reír
Supiste abrir mi corazón
Mimaste mi forma de ser
Y rompiste mi miedo al dolor ¿por qué?
Quisimos crear fantasías
Aparte de tantas mentiras
Disfrazadas de lágrimas que caen rostro
Penetrando en mis heridas
¿Quién me lo iba a decir?
Que las lluvias de abril
Avisaban que el mundo no iba a subsistir
Cada paso que di
Cada nueva ilusión ahogadas en un vaso de alcohol
Ese avión de papel
Que nunca despegó
Más allá de arañazos en este colchón
Un secreto pintado de sal y limón
Porque el miedo a enamorarme me hizo odiarte
Y hoy vivo atado a tu voz
Hoy vivo atado a tu voz
Amarrado à sua voz
Hoje eu exalo sentimentos que eu mantive
Com chave em uma caixa de vidro
Sem pensar, sem querer
Eu não sei se o passado me faz bem
Se esquecer de você foi minha salvação
Se ainda te querendo é um pecado ou um erro
Talvez seja hora de abortar a missão
Para ficar na sombra do adeus
Quem ia me contar?
Maio as chuvas de abril
Eles avisaram que o mundo não iria sobreviver
Cada passo que dei
Cada nova ilusão se afogou em um copo de álcool
Aquele avião de papel
Isso nunca decolou
Além de arranhões neste colchão
Um segredo pintado com sal e limão
Porque o medo de me apaixonar me fez te odiar
E hoje eu vivo amarrado à sua voz
Você me fez chorar para rir
Você sabia como abrir meu coração
Você mimado meu jeito de ser
E você quebrou meu medo da dor, por quê?
Nós queríamos criar fantasias
Além de tantas mentiras
Disfarçado de lágrimas caindo rosto
Penetrando minhas feridas
Quem ia me contar?
Maio as chuvas de abril
Eles avisaram que o mundo não iria sobreviver
Cada passo que dei
Cada nova ilusão se afogou em um copo de álcool
Aquele avião de papel
Isso nunca decolou
Além de arranhões neste colchão
Um segredo pintado com sal e limão
Porque o medo de me apaixonar me fez te odiar
E hoje eu vivo amarrado à sua voz
Hoje eu vivo amarrado à sua voz
Composição: Christian Delgado