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Goya! Soda!

Christine And The Queens

Goya! Soda!

Soda l'imprécis!
Soda l'imbécile!

On le reconnaît à la façon qu'il a de plaire
Toujours le premier à traîner des pieds derrière
C'est une illusion, encore vert il connait sa chance
Donne l'impression de laisser une longueur d'avance

Et si c'est chacun pour soi, c'est jamais à lui
Et si toujours ensemble, c'est jamais unis
L'aimer c'est comme aimer la nuit, le dieu qui s'enfuit

(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
J'avais cru avoir appris
(Goya! Soda! Soda l'imbécile)
Persuadée d'avoir compris
(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
Mais depuis ce type là, qui mange qui?

Il rit au aux éclats du tableau du maître espagnol
Dévorer l'enfant, tuer le temps, souiller le sol
Plus je le regarde se moquer du vieillard en face
Plus mon désir se teinte d'une jalousie vorace

Et si c'est chacun pour soi, c'est jamais à lui
Ici toujours ensemble, c'est jamais unis
L'aimer c'est comme aimer la nuit, le dieu qui s'enfuit

(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
J'avais cru avoir appris
(Goya! Soda! Soda l'imbécile)
Persuadée d'avoir compris
(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
Mais depuis ce type là, qui mange qui?
(Soda l'imbécile)

Jamais à moi
Jamais à moi, il ne sera
Jamais à moi
Trop jeune, trop rapide
Trop capricieux pour moi

Coups de pinceau, les chairs sont dévorées à vif pour toi
(Soda l'imprécis)
Et mes dix-sept ressemblaient à ce tableau de Goya
Qui regarde qui, à quel prix et qui mange quoi?
Et qui t'avais dit et qui te fait penser à d'autres que moi?
Pourquoi avaler, recracher, pourquoi garder tout contre soi?
Comme j'avais envie je lui ai payée cash le soda

(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
J'avais cru avoir appris
(Goya! Soda! Soda l'imbécile)
Persuadée d'avoir compris
(Goya! Soda! Soda l'imprécis)
Le nez dans son coca, gamin du chaos

Goya! Soda!

Soda imprecisa!
Soda o tolo!

É reconhecido na maneira que tem que agradar
Sempre o primeiro a sair atrás
É uma ilusão, ainda verde, ele sabe da sua sorte
Dá a impressão de deixar um passo à frente

E se é cada um por si, nunca é dele
E se sempre juntos, nunca é unido
Amá-lo é como amar a noite, o deus que foge

(Goya! Soda! Soda imprecisa)
Eu pensei que tinha aprendido
(Goya! Soda! Soda, o tolo)
Convencido de ter entendido
(Goya! Soda! Soda imprecisa)
Mas desde aquele cara, quem está comendo quem?

Ele ri para as rajadas da foto do mestre espanhol
Devorar a criança, matar o tempo, sujar o solo
Quanto mais eu assisto ele tirando sarro do velho na frente
Mais meu desejo é tingido de inveja voraz

E se é cada um por si, nunca é dele
Aqui sempre juntos, nunca é unido
Amá-lo é como amar a noite, o deus que foge

(Goya! Soda! Soda imprecisa)
Eu pensei que tinha aprendido
(Goya! Soda! Soda, o tolo)
Convencido de ter entendido
(Goya! Soda! Soda imprecisa)
Mas desde aquele cara, quem está comendo quem?
(Soda o tolo)

Nunca para mim
Nunca para mim, não será
Nunca para mim
Muito jovem, muito rápido
Muito caprichoso para mim

Pinceladas, a carne é comida viva para você
(Soda o impreciso)
E meus dezessete anos pareciam com essa pintura de Goya
Quem está assistindo quem, a que preço e quem come o quê?
E quem te disse e quem te faz pensar em outras pessoas além de mim?
Por que engolir, cuspir fora, por que manter tudo contra você?
Como eu queria, paguei-lhe em dinheiro o refrigerante

(Goya! Soda! Soda imprecisa)
Eu pensei que tinha aprendido
(Goya! Soda! Soda, o tolo)
Convencido de ter entendido
(Goya! Soda! Soda imprecisa)
O nariz em sua cocaína, garoto do caos