Fog Of Words
Of man's unresting tongue, and seeping fog
Of words, whose veil obscures the parapet
Of Babel's keep, and cloaks our reasoning
We sing to pierce through all that has been said
Our rigid designators are believed
To reach across imaginable worlds
And ground a truth that only is inferred
From shadows in the caves of consciousness
For all the greatness that it has achieved
Humanity's conceptual prowess
Has been betrayed by words so nebulous
To subjugate us for millennia
Under enigmas of philosophy
As nothingness is reified which each
Diagonally oriented phrase
Through Cantor's lens we finally can see
The forming clouds of inconsistency
Laced by the winding plumes of irony
For purpose, truth, reality, we seek
In moments caught between a blink and tear
Yet silence has revealed a truth austere
The search for meaning never was made clear
Only by stillness of the voice we find
A way to let perception free the mind
Névoa de Palavras
Da língua inquieta do homem, e da névoa que se infiltra
De palavras, cujo véu obscurece o parapeito
Do castelo de Babel, e encobre nosso raciocínio
Cantamos para atravessar tudo que já foi dito
Nossos designadores rígidos são acreditados
Para alcançar mundos imagináveis
E fundamentar uma verdade que só é inferida
Das sombras nas cavernas da consciência
Por toda a grandeza que já foi alcançada
O poder conceitual da humanidade
Foi traído por palavras tão nebulosas
Para nos submeter por milênios
Sob enigmas da filosofia
Como o nada é reificado a cada
Frase diagonalmente orientada
Através da lente de Cantor finalmente podemos ver
As nuvens formadoras da inconsistência
Entrelaçadas pelas plumas sinuosas da ironia
Por propósito, verdade, realidade, buscamos
Em momentos capturados entre um piscar e uma lágrima
Ainda assim, o silêncio revelou uma verdade austera
A busca por significado nunca foi clara
Somente pela quietude da voz encontramos
Um jeito de deixar a percepção libertar a mente