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Suave Seda

Cidtronyck

Suave Seda

Le subo el volumen a los mares
Le bajo el ritmo a la rutina (voy)
Le amarro mi sombra a este árbol
Pa' que no se me escape como todo lo demás querida
Le subo el volumen al viento
Le bajo decibeles a la ciudá
La luz en la alfombra en la jungla
Y ahí en la penumbra mi sombra amarrá
Pa' que no se escape al mar

El paso del tiempo irremediable como cuando el Sol termina
Conduce a la tormenta y el de anoche de neblina
Veras como caminan, sin pies pero con vida
Sabrás cuantas nubes llevan coronas sin espinas
Lloverán mentiras, se esfumaran mira
El pago de la fe termina en vástagos, relámpagos se olvidan
Sin pies y en una cantina
Vertidos en cataros de greda fina
Me enseñaron que el ayer se esconderá tras la cortina
Un futuro incandescente para mentes de metal
Convídales en paz demencial
Consérvales de cada cual
Un atributo por cabeza guarda incluso el mal
De cada uno aprende estar no da igual
No es normal, quererlo sin siquiera intentar
Y no es normal, quererlo sin siquiera replantear
La realidad tus palabras no me dejan que pensar
Escucho a tu ego hablándome de aquel
Yo quiero descifrar
Quiero volar sobre el prejuicio de rapear
La intolerancia de ignorar
La relevancia de este hablar
Las influencias que hay detrás de lo sueños
De las personas que hay en esto, y molesto
Nunca usé el rap como pretexto

Le subo el volumen a los mares
Le bajo el ritmo a la rutina
Le amarro mi sombra a este árbol
Pa' que no se me escape como todo lo demás

Y no me supo a nada y
Tu abrazo me dio frío
Yo no estoy ni ahí con vo
Vo no tay ni ahí conmigo
Se ve mal que lo diga
Pero no me importa y lo digo
Soy una bosta con amor
Pésimo pa' hacer amigo
Estreñido cariño
Impertérrito en mi sitio
Se le olvido el que conmueve
Por si llueven meteoritos
En un beat del Fraiz otra vez pensando en no sé que
Te invito a detener el tiempo más allá del infinito
Yo reboto como los dos polos, cortocircuito
Evito protocolos porque no los necesito
Al diablo cito a la higuera y siempre llega puntual
En la palmilla hay Luna llena y la calle en chocolate bañá

Le subo el volumen a los mares
Le bajo el ritmo a la rutina y voy
Le amarro mi sombra a este árbol
Pa que no se me escape como todo lo demás

Historias conozco
Induzco al resto confiar en esto
El presente parpadeo
El futuro se crea en cada recreo
Te apuesto, me están creciendo las alas
Mi pensamiento se escapan de alá
Y de cualquier doctrina enfermiza
Adultera por la hechiza iglesia
Que requisa las piezas
Pa' esconder la naturaleza
De nuestras proezas
Con que sanar las cabezas
Marcha atrás con falsedad
Sin misericordia, sin clemencia, ni conciencia
Hay que talar, y taladrar influencias negativas
Borrar el camino, jugar una nueva partida
Con pensamiento elevado se pretende llegar a la cima
En cada estación del universo nace un verso que motiva
El arma más letal pa' combatir tus embestidas
Si no encuentras la salida mi voz esta por la esquina
Sin amor no hay medicina, sigue buscando guarida
Hasta que pase esta tormenta suicida

Le subo el volumen a los mares
Le bajo el ritmo a la rutina (voy)
Le amarro mi sombra a este árbol
Pa' que no se me escape como todo lo demás querida
Le subo el volumen al viento
Le bajo decibeles a la ciudá
La luz en la alfombra en la jungla
Y ahí en la penumbra mi sombra amarrá
Pa' que no se escape al mar

Suave Seda

Eu aumento o volume dos mares
Eu diminuo o ritmo da rotina (vou)
Eu amarro minha sombra a esta árvore
Pra que não fuja como tudo o mais, querida
Eu aumento o volume do vento
Eu baixo os decibéis da cidade
A luz no tapete na selva
E ali na penumbra minha sombra amarrá
Pra que não fuja pro mar

O passar do tempo é inevitável como quando o Sol se põe
Conduz à tempestade e a de ontem foi de neblina
Você verá como andam, sem pés mas com vida
Saberá quantas nuvens levam coroas sem espinhos
Mentiras vão chover, se esvairão, olha
O pagamento da fé termina em filhos, relâmpagos se esquecem
Sem pés e em uma cantina
Vertidos em cálices de barro fino
Me ensinaram que o ontem se esconderá atrás da cortina
Um futuro incandescente para mentes de metal
Convida-os em paz demencial
Conserva-os de cada um
Um atributo por cabeça guarda até o mal
De cada um aprende a estar, não dá igual
Não é normal, querer sem sequer tentar
E não é normal, querer sem sequer repensar
A realidade, suas palavras não me deixam pensar
Escuto seu ego falando de aquele
Eu quero decifrar
Quero voar sobre o preconceito de rimar
A intolerância de ignorar
A relevância deste falar
As influências que há por trás dos sonhos
Das pessoas que estão nisso, e incomodam
Nunca usei o rap como pretexto

Eu aumento o volume dos mares
Eu diminuo o ritmo da rotina
Eu amarro minha sombra a esta árvore
Pra que não fuja como tudo o mais

E não me soube a nada e
Seu abraço me deu frio
Eu não tô nem aí pra você
Você não tá nem aí pra mim
Fica feio eu dizer
Mas não me importa e eu digo
Sou uma bosta com amor
Péssimo pra fazer amigo
Estreinado carinho
Imperturbável no meu canto
Esqueceu quem comove
Caso chova meteoros
Em um beat do Fraiz, pensando em não sei o que
Te convido a parar o tempo além do infinito
Eu reboto como os dois polos, curto-circuito
Evito protocolos porque não preciso deles
Pro diabo, cito a figueira e sempre chega pontual
Na palmeira há Lua cheia e a rua banhada de chocolate

Eu aumento o volume dos mares
Eu diminuo o ritmo da rotina e vou
Eu amarro minha sombra a esta árvore
Pra que não fuja como tudo o mais

Histórias eu conheço
Induzo o resto a confiar nisso
O presente pisca
O futuro se cria em cada recreio
Te aposto, minhas asas estão crescendo
Meu pensamento escapa de lá
E de qualquer doutrina doentia
Adúltera pela igreja que enfeitiça
Que confiscam as peças
Pra esconder a natureza
De nossas proezas
Com que curar as cabeças
Marcha atrás com falsidade
Sem misericórdia, sem clemência, nem consciência
É preciso derrubar e perfurar influências negativas
Apagar o caminho, jogar uma nova partida
Com pensamento elevado se pretende chegar ao topo
Em cada estação do universo nasce um verso que motiva
A arma mais letal pra combater suas investidas
Se não encontra a saída, minha voz está na esquina
Sem amor não há remédio, continue buscando abrigo
Até que passe esta tempestade suicida

Eu aumento o volume dos mares
Eu diminuo o ritmo da rotina (vou)
Eu amarro minha sombra a esta árvore
Pra que não fuja como tudo o mais, querida
Eu aumento o volume do vento
Eu baixo os decibéis da cidade
A luz no tapete na selva
E ali na penumbra minha sombra amarrá
Pra que não fuja pro mar

Composição: