La Pomeña
Eulogia Tapia, en la poma,
al aire da su ternura,
Si pasa sobre la arena,
y va pisando la luna.
Si pasa sobre la arena,
y va pisando la luna.
El trigo que va cortando,
madura por su cintura.
Mirando flores de alfalfa,
sus ojos negros se azulan.
Mirando flores de alfalfa,
sus ojos negros se azulan.
El sauce de tu casa,
Te está llorando.
Porque te roban, Eulogia,
carnavaleando.
Porque te roban, Eulogia,
carnavaleando...
La cara se le enharina,
la sombra se le enarena.
cantando y desencantando,
se le entreveran las penas.
cantando y desencantando,
se le entreveran las penas.
Viene en un caballo blanco,
La caja en sus manos tiembla,
y cuando se hunde en la noche,
es una dalia morena.
Y cuando se hunde en la noche,
es una dalia morena.
El sauce de tu casa, está llorando
porque te roban, Eulogia,
carnavaleando...
Porque te roban, Eulogia,
carnavaleando...
A Poma
Eulogia Tapia, na poma,
mostra sua ternura ao vento,
Se passa sobre a areia,
e pisa a lua em movimento.
Se passa sobre a areia,
e pisa a lua em movimento.
O trigo que vai cortando,
madura na sua cintura.
Olhando flores de alfafa,
os olhos negros se apuram.
Olhando flores de alfafa,
os olhos negros se apuram.
O salgueiro da sua casa,
Está chorando.
Porque te roubam, Eulogia,
na folia, dançando.
Porque te roubam, Eulogia,
na folia, dançando...
O rosto se enfarinha,
a sombra se enareia.
cantando e desencantando,
se entrelaçam as suas queixas.
cantando e desencantando,
se entrelaçam as suas queixas.
Vem em um cavalo branco,
a caixa em suas mãos treme,
e quando se afunda na noite,
eis uma dália morena.
e quando se afunda na noite,
eis uma dália morena.
O salgueiro da sua casa, está chorando
porque te roubam, Eulogia,
na folia, dançando...
Porque te roubam, Eulogia,
na folia, dançando...