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Quanta strada da fare

Claudio Baglioni

Letra

Quanta Estrada a Percorrer

Quanta strada da fare

Meu rostoLa mia faccia
refletido no vidroriflessa sul vetro
tudo desapareceogni cosa sparisce
sugado pra trássucchiata all'indietro
tudo se tornoututto quanto
meio desbotadosi è fatto sbiadito
e o campo viraed il campo diventa
um imenso tapeteun immenso tappeto
minha bolsa de cordala mia borsa di corda
me faz de travesseiromi fa da cuscino
não consigo dormirnon posso dormire
nem mesmonemmeno
uma faixa de asfaltouna striscia di asfalto
que passa pertoche corre vicino
persegue chatainsegue noiosa
meu tremil mio treno
e o sol mais vermelhoed il sole più rosso
lá no horizontelaggiù all'orizzonte
se despede lentamentedà l'ultimo addio lentamente
um monte de casasun mucchietto di case
agarradas a um morroaggrappate ad un monte
me parecemmi sembrano
como pintadascome dipinte
e um boneco de palhae un pupazzo di paglia
perdido entre o trigosperduto tra il grano
não tem companhianon ha per compagno
nenhumnessuno
minha mentela mia mente
se perde longesi perde lontano
me sinto mais livremi sento più libero
em cima do meu tremsopra il mio treno
quanta chuva eu viquanta pioggia ho veduto
cair levecadere leggera
quantas vezes eu sonheiquante volte ho sognato
sobre as pontes à noitesui ponti la sera
quanta poeiraquanta polvere
quantas cidadesquante città'
quanta vida eu deixeiquanta vita ho lasciato
aqui e aliqua e là
quanta estrada a percorrerquanta strada da fare
porémperò
quanta estradaquanta strada
ainda não seiancora non lo so
e os fios da alta tensãoed i fili dell'alta tensione
se cruzamsi incrociano
e dançame danzano
sem razãosenza ragione
minha jaqueta de courola mia giacca di pelle
perdeu um botãoha perso un bottone
é velhaè vecchia
mas ainda tá boama va ancora bene
as águas calmas do riol'acqua calma del fiume
repousam ao ladoriposa di lato
mais cinzaspiù grigia
perto do canavialvicino al canneto
meu rostola mia faccia
refletido no vidroriflessa sul vetro
tudo desapareceogni cosa sparisce
sugado pra trássucchiata all'indietro
quanta chuva eu viquanta pioggia ho veduto
cair levecadere leggera
quantas vezes eu sonheiquante volte ho sognato
sobre as pontes à noitesui ponti la sera
quanta poeiraquanta polvere
quantas cidadesquante città'
quanta vida eu deixeiquanta vita ho lasciato
aqui e aliqua e là
quanta estrada a percorrerquanta strada da fare
porémperò
quanta estradaquanta strada
ainda não seiancora non lo so


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