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Além da Fronteira do Toque

Closterkeller

Poza Granic Dotyku

Poza granic¹ dotyku ogród w którym spotkasz mnie
Poza granic¹ dotyku mysli jak motyle
Zaprzeczenia z³y odwierny nie wpuœci³ dalej,wiec
Twoj¹ by³am ca³a na te jedn¹ chwile,wiesz

Poza granic¹ dotyku ³zy znalaz³y mnie s³ab¹ tak
Poza granic¹ dotyku zawrót g³owy na harfie gra³
Wolnej woli odwierny nie przepuœci³ do œrodka
Wiec milczenia nie przerwa³am ani s³owem,tak...

Kiedy serce moje milczy
Nie ma mnie
Kiedy tone,tone w ciszy
Wo³am cie

Poza granic¹ wspomnienia prawda pali jak ogniem
Poza granic¹ wspomnienia krzyk sie rodzi i ³amie wpó³
Przebaczenie i nienawiœæ pozostawiam za bram¹ gdzieœ
Tak wysoko lec¹c nie chce patrzeæ w dó³

Kidy serce moje milczy
Nie ma mnie
Kiedy tone,tone w ciszy
Wo³am cie

Teraz serce moje milczy
Nie ma mnie
Teraz tone,tone w ciszy
Wo³am cie

Poza granic¹ zapomnienia pustka,wœród ruin tañczy cieñ
Samotny wiatr unosi z sob¹ zapomnienia gasn¹c¹ pieœñ
Wpó³otwarte drzwi czekaj¹ ale nikt ju¿ nie chce wejœæ
Cicho,cicho,nie ma ciebie,nie ma mnie

Além da Fronteira do Toque

Além da fronteira do toque, um jardim onde você vai me encontrar
Além da fronteira do toque, pensamentos como borboletas
Negativas, o mal não deixou entrar, então
Eu era toda sua por aquele único momento, sabe

Além da fronteira do toque, lágrimas me encontraram fraca assim
Além da fronteira do toque, a tontura tocava na harpa
A livre vontade não deixou entrar
Então eu não quebrei o silêncio com uma palavra, sim...

Quando meu coração silencia
Não estou aqui
Quando eu afundo, afundo no silêncio
Eu te chamei

Além da fronteira da memória, a verdade queima como fogo
Além da fronteira da memória, o grito nasce e se parte ao meio
Perdão e ódio deixo para trás do portão, em algum lugar
Voando tão alto, não quero olhar para baixo

Quando meu coração silencia
Não estou aqui
Quando eu afundo, afundo no silêncio
Eu te chamei

Agora meu coração silencia
Não estou aqui
Agora eu afundo, afundo no silêncio
Eu te chamei

Além da fronteira do esquecimento, o vazio dança entre as ruínas
O vento solitário leva consigo a canção do esquecimento que se apaga
As portas meio abertas esperam, mas ninguém quer mais entrar
Silêncio, silêncio, não há você, não há eu.

Composição: