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Não Durma

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No Te Duermas

Yeah, yeah, yeah, mm, yeah, mm, sí, sí, sí

Me despierto, mismo sitio, misma hora
Los días pasan, la vida es una locomotora
Los minutos se transforman en horas
En los momentos duros, en los buenos no se nota

Mota, mota, te frota su perfume
Para que tu cuerpo cálido rápido se esfume
El tiempo pasa por tu rostro
Deteriorando cada poro abierto por el cálido viento
Traído de sofocantes desiertos

Medio muerto me hallo, gallo de corral
En mi corral el viento muchas veces soplo de más
Gracias a mamá gallo que aún está
Cuidando de su pequeño gallo
No tan pequeño ya

Pestañeas
Y ya no eres un niño
Pestañeas
Y la muerte te hace un guiño
Pestañeas
Y ya es demasiado tarde
Pestañeas, y te das cuenta que te pasaste
Toda tu vida, viviendo como un cobarde
La vida pasa y me atrapa en un desierto
Me deja sola en un lugar que no sé

Pocas veces me tiré a la piscina
Las veces que me tiré me sirvieron después de disciplina
Muchas veces es mejor correr la cortina
Para que el mal tiempo no alcance tu vitrina

Donde yacen tus logros más sagrados
Donde tienes que mirar cuando no tengas a nadie al lado
No he abrazado a nadie en un largo tiempo
He llorado por arrepentimiento

Han manado de mí crueles sentimientos
Que me hacen preguntar si estoy haciendo lo correcto
No estoy en mi mejor momento por supuesto
Pero si caigo me levanto, no me quedo en el intento

Soy modesto, así me hizo la vida
Para curarme de incontables heridas
Heridas que igualmente serían recibidas
De forma merecida o no merecida
Así lo quiso la vida
Así lo quiso
Así lo quiso
(Yah, yah)

Não Durma

É, é, é, mm, é, mm, sim, sim, sim

Acordo, mesmo lugar, mesma hora
Os dias passam, a vida é uma locomotiva
Os minutos viram horas
Nos momentos difíceis, nos bons não se nota

Maconha, maconha, ela esfrega seu perfume
Pra que seu corpo quente rapidamente se esvazie
O tempo passa pelo seu rosto
Deteriorando cada poro aberto pelo vento quente
Vindo de desertos sufocantes

Meio morto me encontro, galo de galinheiro
No meu galinheiro o vento muitas vezes sopra demais
Obrigado, mamãe galo, que ainda está
Cuidando do seu pequeno galo
Que já não é tão pequeno assim

Você pisca
E já não é mais uma criança
Você pisca
E a morte te faz um sinal
Você pisca
E já é tarde demais
Você pisca, e percebe que se passou
Toda a sua vida, vivendo como um covarde
A vida passa e me pega em um deserto
Me deixa sozinha em um lugar que não conheço

Poucas vezes me joguei na piscina
As vezes que me joguei serviram depois de disciplina
Muitas vezes é melhor fechar a cortina
Pra que o mau tempo não alcance sua vitrine

Onde estão seus maiores feitos sagrados
Onde você tem que olhar quando não tiver ninguém ao lado
Não abracei ninguém há muito tempo
Chorei por arrependimento

Surgiram de mim sentimentos cruéis
Que me fazem perguntar se estou fazendo o certo
Não estou no meu melhor momento, claro
Mas se eu cair, me levanto, não fico só na tentativa

Sou modesto, assim a vida me fez
Pra me curar de feridas incontáveis
Feridas que igualmente seriam recebidas
De forma merecida ou não merecida
Assim quis a vida
Assim quis
Assim quis
(É, é)