Shy Spirits
In white dressed they dancing
Love met the tragic face
With wind they are dancing
And wind dances in their hairs
Sadness decorates gently beautiful face
Roses, stranger, a victim, voices much further
Kneeling in the grass she picks
She picks the bloodstained knife
To recognize in this a key to the other side
Sometimes they smiling
There's no blood in their veins
A cruel memories
Of life sacrificing scenes
From depth of haze she's coming back
Walking among the moonlit roses
Graceful, still invisible, no!
Like an angel, shy paradise bird
Being entrapped eternaly
On the other side of mirror's glass
This used to be her playground
This used to be her grave
In white dressed they dancing
Love met the tragic face
With wind they are dancing
And wind dances in their hairs
Sadness decorates gently beautiful face
Roses, stranger, a victim, voices much further
Kneeling in the grass she picks
She picks the bloodstained knife
To recognize in this a key to the other side
Sometimes they smiling
There's no blood in their veins
A cruel memories
Of life sacrificing scenes
From depth of haze she's coming back
Walking among the moonlit roses
Graceful, still invisible, no!
Like an angel, shy paradise bird
Being entrapped eternaly
On the other side of mirror's glass
This used to be her playground
This used to be her grave
Espíritos Tímidos
Vestidas de branco, elas dançam
O amor encontrou o rosto trágico
Com o vento elas dançam
E o vento dança em seus cabelos
A tristeza embeleza suavemente o rosto lindo
Rosas, estranhas, uma vítima, vozes muito além
De joelhos na grama, ela pega
Ela pega a faca manchada de sangue
Para reconhecer nisso uma chave para o outro lado
Às vezes elas sorriem
Não há sangue em suas veias
Memórias cruéis
De cenas de sacrifício da vida
Do fundo da névoa, ela volta
Caminhando entre as rosas iluminadas pela lua
Graciosa, ainda invisível, não!
Como um anjo, pássaro tímido do paraíso
Estando presa eternamente
Do outro lado do vidro do espelho
Isso costumava ser seu parque de diversões
Isso costumava ser seu túmulo
Vestidas de branco, elas dançam
O amor encontrou o rosto trágico
Com o vento elas dançam
E o vento dança em seus cabelos
A tristeza embeleza suavemente o rosto lindo
Rosas, estranhas, uma vítima, vozes muito além
De joelhos na grama, ela pega
Ela pega a faca manchada de sangue
Para reconhecer nisso uma chave para o outro lado
Às vezes elas sorriem
Não há sangue em suas veias
Memórias cruéis
De cenas de sacrifício da vida
Do fundo da névoa, ela volta
Caminhando entre as rosas iluminadas pela lua
Graciosa, ainda invisível, não!
Como um anjo, pássaro tímido do paraíso
Estando presa eternamente
Do outro lado do vidro do espelho
Isso costumava ser seu parque de diversões
Isso costumava ser seu túmulo