Poets Lament
My lovely sin, give it to me
On paper worlds, my violent passion.
Waiting for, the moment of mansions.
My lovely fear, bring it to me.
I peel back your sacred pake-red flesh.
I die inside your eyes, the heavens cast me down.
The winds screams her shouts to me,
in the candle light your words cut through me.
Looking deep into your chasm
I rip the flesh from every nightmare.
Only there will you find my mind.
By the candle light your singing songs to me.
The idle sound of wandering footsteps.
The fear rises up to my eyes.
I catch the dark within my dreaming
I cast it down upon the servants.
In the morning they wake to sonnets
and burn them up to kiss the ask.
It's time to spoil them form your eyes now
In far I want to be
I know the drawing, it's near
I heard the warning, so clear.
I touch pale-red, over me.
The sonnets pour from your eyes.
(repeat)
Lamento dos Poetas
Meu doce pecado, me dá isso
Em mundos de papel, minha paixão violenta.
Esperando pelo momento das mansões.
Meu doce medo, traz isso pra mim.
Eu descasco sua sagrada pele vermelha.
Eu morro dentro dos seus olhos, os céus me derrubam.
Os ventos gritam seus gritos pra mim,
em meio à luz de vela suas palavras cortam em mim.
Olhando fundo no seu abismo
Eu arranco a carne de cada pesadelo.
Só lá você encontrará minha mente.
À luz da vela você canta músicas pra mim.
O som ocioso de passos vagando.
O medo sobe até meus olhos.
Eu prendo a escuridão dentro do meu sonho
Eu a lanço sobre os servos.
De manhã eles acordam para sonetos
E os queimam pra beijar a cinza.
É hora de estragá-los dos seus olhos agora
Longe eu quero estar.
Eu conheço o desenho, está perto
Eu ouvi o aviso, tão claro.
Eu toco o vermelho pálido, sobre mim.
Os sonetos jorram dos seus olhos.
(repetir)