Mi Sueño
Yo quiero esconderme, nena, bajo de tu saya para huir del mundo
Pretendo también suavizar el enredado de tus cabellos
Dale una transfusión de sangre a este corazón, que es tan vagabundo
Mas dejo de hacer mis dengos y prenderte velas para mis avelos
Mas dejo mi alucinamiento de hacer trabajos para mis afectos
Tú quieres ser exorcizada por agua bendita de mi mirada
Qué bueno es ser fotografiado, mas por las retinas de tus ojos lindos
Me dejas hipnotizarte y acabar de vez tu agonía
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Y ven a curar tu negro que llegó borracho de la bohemia
Yo quiero ser pacificado por el aguardiente de tu amor profundo
Qué bueno es ser fotografiado, mas por las retinas de tus ojos lindos
Borrando la palabra pena en el diccionario de la vida mía
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Matando, con una sonrisa de los labios tuyos, mi melancolía
Y vente a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia
Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Tu boca dice que tú no quieres, pero tus ojos dicen mentira
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Mas dejo de hacer mis dengos, prendiendo velas pa' mis letanías
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Es que yo quiero hipnotizarte con las notas de mi melodía
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Ay, nena linda, dime que sí, y tu condena terminaría
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Yo quiero esconderme, nena, bajo de tu saya para huir del mundo
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Yo quiero ser pacificado por el aguardiente de tu amor profundo
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Da vergüenza esta condición, quítame esa melancolía
(Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia)
Y ven a curar tu negro, que llegó borracho de la bohemia
Meu Sonho
Eu quero me esconder, menina, debaixo da sua saia para fugir do mundo
Também quero suavizar o emaranhado dos seus cabelos
Faça uma transfusão de sangue neste coração tão vagabundo
Mas paro com meus dengos e de acender velas para você por causa dos meus desejos
Mas abandono meu delírio de fazer trabalhos pelos meus amores
Você quer ser exorcizada pela água benta do meu olhar
Que bom é ser fotografado, mas pelas retinas dos seus lindos olhos
Você me deixa te hipnotizar e acabar de vez com a sua agonia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
Eu quero ser pacificado pela aguardente do seu amor profundo
Que bom é ser fotografado, mas pelas retinas dos seus lindos olhos
Apagando a palavra tristeza do dicionário da minha vida
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Matando, com um sorriso dos seus lábios, a minha melancolia
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Sua boca diz que você não quer, mas seus olhos dizem o contrário
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Mas paro com meus dengos, acendendo velas para minhas ladainhas
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
É que eu quero te hipnotizar com as notas da minha melodia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Ah, menina linda, diga que sim, e a sua condenação terminaria
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Eu quero me esconder, menina, debaixo da sua saia para fugir do mundo
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Eu quero ser pacificado pela aguardente do seu amor profundo
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
Dá vergonha essa condição, tire de mim essa melancolia
(E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia)
E venha curar o seu negro, que chegou bêbado da boemia
Composição: Willie Colón / Martinho da Vila