Counterparts (To Accept and Pass Away)
Your words are scalpels tracing over the skin of a corpse.
Tearing into skin that will never bleed for you, no matter how deep the cut.
Riding tidal waves run off stagnant like a film of waste.
Pools of garbage standing still.
We rot in unison, single file as a whole.
Petty differences do not register as barriers.
Like road kill bloating in the sun.
Playing mother in the form of an incunator.
So beautifully vile.
Cloudy cotton ball vision gradually gives way to clarity.
We all fade out between the lines.
On even numbers we fall apart.
No exceptions, no apologies.
A universal period to end everyone's story.
Empathy, shoulders to lean on.
A life vest to make treading water possible.
Each and every one of us in the same mess, sinking together in the same quick sand.
Wasting away, side by side.
Salvation is irrelevant if we are all ghosts.
Contrapartes (Aceitar e Deixar Ir)
Suas palavras são bisturis traçando sobre a pele de um cadáver.
Rasgando a pele que nunca vai sangrar por você, não importa quão fundo seja o corte.
Surfando em ondas que correm paradas como um filme de lixo.
Lagos de lixo parados.
Apodrecemos em uníssono, um atrás do outro como um todo.
Diferenças mesquinhas não se registram como barreiras.
Como um animal atropelado inchando ao sol.
Brincando de mãe na forma de um incubador.
Tão lindamente vil.
Visão de algodão nublado gradualmente dá lugar à clareza.
Todos nós desaparecemos entre as linhas.
Em números pares, nos desmoronamos.
Sem exceções, sem desculpas.
Um ponto final universal para encerrar a história de todos.
Empatia, ombros para se apoiar.
Um colete salva-vidas para tornar possível flutuar.
Cada um de nós na mesma bagunça, afundando juntos na mesma areia movediça.
Desvanecendo, lado a lado.
A salvação é irrelevante se somos todos fantasmas.