Tradução gerada automaticamente
Aquí En El Sur Que Es La Tierra Mía (Pasodoble)
Comparsa Del Principito
Aqui no Sul que é minha terra (Pasodoble)
Aquí En El Sur Que Es La Tierra Mía (Pasodoble)
Aqui no sul que é minha terraAquí en el sur que es la tierra mía
Malvivem todo dia e fazem o milagreMalviven a diario y obran el milagro
De sobreviver tantas famíliasDe sobrevivir tantísimas familias
Onde pra muitos já é um privilégioDonde pa muchos ya es un privilegio
Poder comprar os livros que depoisPoder comprar los libros que luego
Seus filhos levam pra escolaSus hijos llevan al colegio
Aqui no sul, do seu jeitoAquí en el sur a sus negras maneras
Dançam de mãos dadas e correm nas veiasDanzan de la mano y corren por las venas
A droga e o desemprego de uma juventudeLa droga y el paro de una juventud
Que sofre essa condenaçãoQue sufre esta condena
Enquanto o céu não regar os camposMientras que el cielo no riegue los campos
E da terra comece a racharY desde la tierra se empiece a grietar
Semearemos as dores pra colher só tempestadeSembraremos las penas para recoger tan solo tempestad
Continuam os latifundiáriosSiguen los terratenientes
Do Sol ao Sol explorando meu povoDe Sol a Sol explotando a mi gente
Que foi da terra e da liberdadeQue fue de la tierra y libertad
Os barcos sem o mar no porto amarradosLos barcos sin la mar en el puerto amarrao
Esperando o milagre, o dos peixesEsperando el milagro, el de los peces
Que esse é o pão dos nossos embarcadosQue ese es el pan de nuestros embarcaos
Casas abandonadas, telhados sustentadosCasas abandonas, techos apuntalaos
Nossos idosos morrem em listas de espera, ai, estão morrendoSe muere en listas de espera nuestros mayores, ay se nos muere
E essa saúde que foi privatizada e cortada impunementeY esa sanidad que ha privatizado y ha recortado impunemente
E esses profissionais tão exaustos que não aguentam maisY esos sanitarios tan reventaos que no pueden más
E enquanto mais da metade da Andaluzia vive com a corda no pescoçoY mientras más de media Andalucía vive con la soga al cuello
Sem vergonha nem razão, o senhor Juanma MorenoSin vergüenza ni razón coge el señor Juanma Moreno
E a custa do suor, do sangue e do suorY a costa del sudor, la sangre y el sudor
De todos os andaluzes, sem pudor, aumenta o salárioDe todos los andaluces sin pudor se sube el sueldo




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