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Às vezes

Cómplices

A veces

A veces hay un mundo entre tus ojos y los míos
y no es fácil cruzarlo en tan solo 80 dias
las aduanas crecen y los mapas me confunden
cuando tu no me esperas al final de la autopista

A veces nacen mares entre tu boca y la mía
y sus olas salvajes no permiten ni un crucero,
vagando por el puerto de tu auscencia me confundo
y cada vez que miro el horizonte está más lejor.

Pensar... que un día confundimos
los labios las manos los brazos,
y ahora que sangas no me duele
y ahora que muero no te mueres.

A veces hay mil nubes entre tu frente y la mìa
y ya no daría nada por saber tus pensamientos
y no es que no me importe pero tampoco me salva
del tedio que reflejan hace tiempo los espejos.

A veces un muro entre sueños y los mios
un muro invisible que en silencio levantamos
no es que no queden fuerzas para ir a derrumbarlo
esque no quedan ganas ni siquiera de intentarlo.

Pensar, que un día confundimos,
los labios, las manos, los brazos,
y ahora que sangras, no me duele,
y ahora que muero no te mueres.

Pensar, que un día confundimos,
los labios, las manos, los brazos,
y ahora que sangras, no me duele,
y ahora que muero no te mueres.

A veces hay un mundo entre tus ojos y los míos
y no es fácil cruzarlo en tan solo 80 dias
las aduanas crecen y los mapas me confunden
cuando tu no me esperas al final de la autopista.

Pensar, que un día confundimos,
los labios, las manos, los brazos,
y ahora que sangras, no me duele,
y ahora que muero no te mueres.

pensar...

Y ahora que sangras mo me duele
y ahora que muero, y ahora que muero,
y ahora que muero no te mueres.

Às vezes

Às vezes há um mundo entre seus olhos e os meus
E não é fácil cruzá-lo em apenas 80 dias
As alfândegas crescem e os mapas me confundem
Quando você não me espera no final da estrada

Às vezes nascem mares entre sua boca e a minha
E suas ondas selvagens não permitem nem um cruzeiro,
Vagando pelo porto da sua ausência eu me confundo
E cada vez que olho o horizonte está mais longe.

Pensar... que um dia confundimos
Os lábios, as mãos, os braços,
E agora que você sangra não me dói
E agora que eu morro você não morre.

Às vezes há mil nuvens entre sua testa e a minha
E eu já não daria nada para saber seus pensamentos
E não é que eu não me importe, mas também não me salva
Do tédio que os espelhos refletem há tempos.

Às vezes um muro entre sonhos e os meus
Um muro invisível que em silêncio levantamos
Não é que não restem forças para derrubá-lo
É que não restam vontades nem mesmo para tentar.

Pensar, que um dia confundimos,
Os lábios, as mãos, os braços,
E agora que você sangra, não me dói,
E agora que eu morro você não morre.

Pensar, que um dia confundimos,
Os lábios, as mãos, os braços,
E agora que você sangra, não me dói,
E agora que eu morro você não morre.

Às vezes há um mundo entre seus olhos e os meus
E não é fácil cruzá-lo em apenas 80 dias
As alfândegas crescem e os mapas me confundem
Quando você não me espera no final da estrada.

Pensar, que um dia confundimos,
Os lábios, as mãos, os braços,
E agora que você sangra, não me dói,
E agora que eu morro você não morre.

Pensar...

E agora que você sangra não me dói
E agora que eu morro, e agora que eu morro,
E agora que eu morro você não morre.

Composição: