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Nada Aconteceu

Cómplices

No ha pasado nada

No ha pasado nada desde ayer
Y aún no ha dejado de llover
Ya sabe que ella nunca va a volver

No ha pasado nada y puede ser
Que nada vuelva a suceder
Se detuvo el tiempo cuando ella se fue

Y su voz está flotando aún
Como la niebla en esta habitación
Él va a tientas tropezándose
Con todas las promesas que rompió
No hay ni rastro de su amor

Solo aquella voz
Recordándole una y otra vez todo su dolor

No quiere nada más
Solo dejarse acariciar
Por la brisa gris de su adiós

No ha pasado nada desde ayer
Pero ha empezado a comprender
Que ahora tiene que aprender a olvidar

Y su voz está flotando aún
Como la niebla en esta habitación
Él va a tientas tropezándose
Con todas las promesas que rompió
No hay ni rastro de su amor

Solo aquella voz
Recordándole una y otra vez todo su dolor

No quiere nada más
Solo dejarse acariciar
Por la brisa gris de su adiós

No, no pasa nada desde ayer
Y la niebla a su alrededor

No, solo aquella voz
Recordándole una y otra vez
Todo su dolor

No quiere nada más
Solo dejarse acariciar
Por la brisa gris de su adiós

No, no, no

Nada Aconteceu

Nada aconteceu desde ontem
E ainda não parou de chover
Ela já sabe que nunca vai voltar

Nada aconteceu e pode ser
Que nada mais venha a acontecer
O tempo parou quando ela se foi

E sua voz ainda está flutuando
Como a névoa neste quarto
Ele vai tateando, tropeçando
Com todas as promessas que quebrou
Não há nem sinal do seu amor

Só aquela voz
Lhe lembrando uma e outra vez de toda a sua dor

Não quer mais nada
Só se deixar levar
Pela brisa cinza do seu adeus

Nada aconteceu desde ontem
Mas começou a entender
Que agora precisa aprender a esquecer

E sua voz ainda está flutuando
Como a névoa neste quarto
Ele vai tateando, tropeçando
Com todas as promessas que quebrou
Não há nem sinal do seu amor

Só aquela voz
Lhe lembrando uma e outra vez de toda a sua dor

Não quer mais nada
Só se deixar levar
Pela brisa cinza do seu adeus

Não, não acontece nada desde ontem
E a névoa ao seu redor

Não, só aquela voz
Lhe lembrando uma e outra vez
De toda a sua dor

Não quer mais nada
Só se deixar levar
Pela brisa cinza do seu adeus

Não, não, não

Composição: Jose Teodomiro Cardalda Gestoso / Rafael Valls Navarro