My Suicidal Valentine
She aches like she's sinfully untamed in chains
Like a wicked destroyer of our sedated world
Humming deformed bullet songs from her darkened chamber
Dancing like a possessed madman on fire
She looks like a six barrel shotgun
Adorned with furs that blindness caresses
An endless reptile collage of displaced repetition
That speaks a foreign language of unknown exits
Embrace me in your misery
She wants to take you higher
Towards the burning desire
She wants to draw you near
Towards her evil beauty that you fear
She dares to hear the whispers of stagnant motions
Like a wooer to our prostituted bulk of flesh
Her poor riches can't be forced by law
She's unconjured magic that haunts our dwelling
I embrace you in my misery
Meu Valentim Suicida
Ela dói como se fosse pecaminosamente indomada em correntes
Como uma destruidora maligna do nosso mundo sedado
Sussurrando canções de balas deformadas de seu quarto escuro
Dançando como um louco possuído em chamas
Ela parece uma espingarda de seis canos
Adornada com peles que a cegueira acaricia
Um colagem interminável de répteis de repetição deslocada
Que fala uma língua estranha de saídas desconhecidas
Me abrace na sua miséria
Ela quer te levar mais alto
Em direção ao desejo ardente
Ela quer te puxar pra perto
Da sua beleza maligna que você teme
Ela se atreve a ouvir os sussurros de movimentos estagnados
Como um conquistador do nosso corpo prostituído
Suas pobres riquezas não podem ser forçadas pela lei
Ela é uma magia não invocada que assombra nosso lar
Eu te abraço na minha miséria