Porronco
Comunicação Violenta
Pelas ruas você juntou bitucas de cigarro
Na esperança de se fazer com os restos um inteiro
No sofá sua vida já se encontra em mil pedaços
Colhendo a flor-da-morte que você plantou
Porronco, acenda o porronco
Dessa vida não se leva quem?
Porronco, queime o porronco
Só terei paz quando eu morrer!
Acordou desenganado estando morto
O espelho não refletiu aquilo foi
Diluiu o que sobrou dentro de um copo
Bebeu o fogo com gosto do inferno
Porronco, acenda o porronco
Dessa vida não se leva quem?
Porronco, queime o porronco
Só terei paz quando eu morrer!



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