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Letra

    Carranca na beira da ladeira
    Sou eu é quem mando aqui
    Na segunda-feira mandei acabar com três vidas
    Porque não tolero provocação
    Não, não, não
    Não, não, não
    Não

    Carranca na beira da ladeira
    O vendedor que faz sorrir
    Na quinta-feira te trago flores e velas
    Pra chorarmos pelos corpos no chão
    Não, não, não
    Não, não, não
    Não

    Vigiados noite e dia
    Meus agentes estão nas vias
    Pra certificar que ninguém vai trespassar
    Na minha avenida

    Sou sorrateiro e avassalador
    Seu suserano, seu governador
    Eu sou
    Eu sou!

    Eu sou a guerra e a arte que mata a vontade
    De ver pra crer que tudo pode acontecer

    Tenho o poder da mídia na minha mão
    Rádio, jornal e da televisão
    Não importam os meios, só o resultado final

    Afinal tenho olhos em todo lugar
    Paredes escutam e eu posso provar
    Cuidado com o que for pronunciar de mim

    Mantenho amigos perto, inimigos mais ainda
    Felizes aqueles que se curvam a mim na minha revinda

    Sorrateiro e avassalador
    Seu suserano, seu governador
    Forasteiro manipulador
    Soberano e dominador
    Eu sou
    Eu sou!

    Eu sou a guerra e a arte que mata a vontade
    De ver pra crer que tudo pode acontecer

    Composição: Guilherme Lacruz / Pedro Kanan. Essa informação está errada? Nos avise.

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