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A Arte de um Pássaro

Congreso

Arte De Un Pájaro

Llora esta canción tan negra como el mar
Con tu corazón perdido como yo
Náufrago en la soledad de este vino que hace mal
Y un espejo se alejó con las risas de ese bar.

Dios no estaba allí se fue volando como el humo
Del día fatal en que alguien me contó que tu ya no estarás
Para guardarme ese pan, y alojarme con amor
Al recuerdo de tu paz (en la maldita ciudad).

Huérfano de sol, ebrio de ti corrí a buscar
La dirección y volver al hogar
Y encontrar tu viva voz la sonrisa que no esta
Y el amigo que servia mis tristezas en el bar
Me llevo a la micro aquella
De la vereda dorsal
La vereda capital
Para volverte a encontrar.

(Para abrazarte allí volando
Para aprender a volar
Y ese vino no es escala para subirte a buscar…)

A Arte de um Pássaro

Chora essa canção tão negra quanto o mar
Com seu coração perdido como o meu
Náufrago na solidão desse vinho que faz mal
E um espelho se afastou com as risadas daquele bar.

Deus não estava lá, foi embora como a fumaça
Do dia fatal em que alguém me contou que você não estará mais
Pra guardar meu pão, e me acolher com amor
Na lembrança da sua paz (nesta maldita cidade).

Órfão de sol, bêbado de você, corri pra buscar
A direção e voltar pra casa
E encontrar sua voz viva, o sorriso que não está
E o amigo que servia minhas tristezas no bar
Me levou pra aquela micro
Da calçada dorsal
A calçada capital
Pra te reencontrar.

(Para te abraçar lá voando
Pra aprender a voar
E esse vinho não é escala pra te buscar…)

Composição: Claudio Pajarito Araya / Francisco Sazo