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Escrava do Politeama

Paolo Conte

Schiava Del Politeama

Giura che mai
rinnegherai il Dio del fango,
dellhabanera e del fandango,
giurami giurami
giura che mai
tu passerai ad altre danze,
come si passa in altre stanze
va c gente che ti acclama
e brama su, va
Ah, ma non cadere in braccio al mondo,
il tuo mondo qua
Sono fatali le distanze e le scommesse, ma
schiava del gusto che d,
tu sei la celebrit
Giura che mai rinuncerai alla tua fama,
che fa di te al Politeama
la regina dei cuor
Giura che avrai un po di posto nel tuo cuore
per questo tuo commendatore

Ah, giura che mai cancellerai con lacquaragia
quella vernice-oro che indugia
sul tuo corpo genial
danza per noi il ballo dei tuoi sette veli,
facci arrivare ai sette cieli schiava!

Escrava do Politeama

Jura que nunca
vai negar o Deus da lama,
do habanera e do fandango,
jura pra mim, jura pra mim
jura que nunca
você vai dançar com outros,
como se passa em outros quartos
vai, tem gente que te aclama
e deseja, vai
Ah, mas não caia nos braços do mundo,
seu mundo aqui
As distâncias e as apostas são fatais, mas
escrava do gosto que dá,
você é a celebridade
Jura que nunca vai abrir mão da sua fama,
que faz de você no Politeama
a rainha dos corações
Jura que vai ter um pouco de espaço no seu coração
para esse seu comandante

Ah, jura que nunca vai apagar com água-régia
aquela tinta-dourada que demora
no seu corpo genial
dance pra nós a dança dos seus sete véus,
faça a gente chegar aos sete céus, escrava!

Composição: Paolo Conte