Bulldogs
No aprendéis a escribir ni con los cuadernos rubio
Cabalgando hacia un futuro cada vez más turbio
Cada vez más serio soporto el diluvio
Con el Lefito al lado’ fumando mirando al Danubio
Mi amor subió, pero perdí el equilibrio
Subí a mi cielo sí, pero la puerta no se abrió
Decirle a vuestro Dios que es un sucio un impío
Con el corazón sombrío navega este pecador
Raperos de barro puta no de TikTok
Como nosotros no hay ya no quedan en stock
Las 10 o’clock y yo matando uno de buba con cara de shock
Entre pistas como Sherlock Holmes
A tiros como Bob en su barco
Mi odio hacia ti en mis barras lo remarco
La magia empezó con El opio del cirko
Provocando el pánico contenido ilícito
Entrando bien a la corte puta como Lucio
Rapeando guarro por mi cora sucio
Enamorado de la vida, del exceso del vicio
Intentando rellenar con lo que pueda mi vacío
Mi hermano sin ida ya me la olía
Demasiado tiro loco demasiada alma perdida
Yo en coma y con la cara seria
Porque solía querer ya no sé cómo se hacía
Tú te escondes yo disfruto de la lluvia
Tu temes a tu muerte y yo buscando a mis valquirias
Escribiendo sátira puta cerrando heridas
Acabándome la Chuli to morado por Gran Vía
Me preguntan a qué aspiras, que aspiras
Un par de besitos y ya me he jodido 100 días
Me vine arriba que me vi poesías
Y empecé tirar barra puta nació el mesías
Cookin Shit el eterno el proscrito
Rey de tus infiernos tu rapero favorito
Firmando con sangre toda la mierda que he escrito
Pero ojalá firmar con mi lengua ese clito-ris
Cris-talino mis ojos por el hachís
Mis barras las dicta Caín
Buscando el fin del festín con un botellín chin chin
Mi pecho arde es un polvorín
La flor de su jardín marchita al paso de mis suelas c’est la vie
Reina un mundo de acuarela en mis ojeras en Madrid
La cantera bomba como en Tel-Aviv fellas que siguen aquí
Otros fueron por moneda
Ay afuera el mundo quema y yo remuevo el hielo el vaso
Caliento la cena el niño no frena ni al ceda el paso
Más de ir solo por la acera que al hacerme a su palacio
Hay quien pide confianza ciega y no aguanta un silencio
Sentencio cuando hablo vuelvo al juez manso
Un navaja afila como Charles Manson pa cortar ambientes tensos
Ten pro seguro que si es más puro que esto es tan solo
Porque no reluce el oro cuando lo cargas mirando
Y tú que coño andas mirando, baile con la muerte un tango
Le hice ver que no me vendo subastando mi alma a un diablo
El ángel de la abuela aún sigue arriba vigilando, aquí abajo
En días de perros tengo a cuatro gatos contaos
Pilla el boli metí el all-in por cao
Corre el crio por la prisa busca luz en el caos
Torres Kio o Torre es Pisa, pero vuelvo de lao
Callaíto estoy más guapo y no salgo condenao
Navajeros dos porrazos y no recibo ni al papa
Na más veros vi lo falso que había tras vuestras caretas
En el Zeta me di cuenta que la confianza barata
Es mayor lastre que tener idolatrao a un hijo puta
Fumándome uno a alas tantas alago se retroalimenta
Entro en rabia y salen barras ojo al perro que alimentas
Estoy detrás de la barra bebiendo vodka sin mezcla
Haciendo inventario me afano un tequila azteca
Hazte caso ya nos toca la resaca en Ibz
Sirviendo coctels a guiris que piden gramos de coca
Y yo crabrón Con una mierda encima que flipas
Agitando la barita recitando letras
Bulldogs
Vocês não aprendem a escrever nem com os cadernos Rubio
Cavalgando em direção a um futuro cada vez mais turbulento
Cada vez mais sério, suporto a tempestade
Com o Lefito ao lado fumando olhando para o Danúbio
Meu amor subiu, mas perdi o equilíbrio
Subi ao meu céu sim, mas a porta não se abriu
Dizer ao seu Deus que ele é sujo, um ímpio
Com o coração sombrio navega este pecador
Rappers de barro, não de TikTok
Como nós não há mais, não restam em estoque
São 10 horas e eu matando um de buba com cara de choque
Entre pistas como Sherlock Holmes
Atirando como Bob em seu barco
Meu ódio por você em minhas barras eu marco
A magia começou com O Ópio do circo
Provocando o pânico, conteúdo ilícito
Entrando bem na corte, como Lucio
Rimando sujo pelo meu coração sujo
Apaixonado pela vida, pelo excesso do vício
Tentando preencher com o que puder meu vazio
Meu irmão sem saída já cheirava
Muitos tiros loucos, muitas almas perdidas
Eu em coma e com o rosto sério
Porque costumava querer, não sei mais como se fazia
Você se esconde, eu aproveito a chuva
Você teme sua morte e eu procurando minhas valquírias
Escrevendo sátiras, fechando feridas
Acabando com a Chuli toda roxa pela Gran Vía
Me perguntam a que aspira, que aspira
Um par de beijos e já me ferrei por 100 dias
Me empolguei, vi poesias
E comecei a rimar, nasceu o messias
Cookin Shit, o eterno, o proscrito
Rei dos seus infernos, seu rapper favorito
Assinando com sangue toda a merda que escrevi
Mas tomara que assinar com minha língua esse clitóris
Cristalino meus olhos pela maconha
Minhas barras são ditadas por Caim
Buscando o fim do festim com uma garrafinha chin chin
Meu peito arde, é um polvorim
A flor de seu jardim murcha ao passo de minhas solas, c'est la vie
Reina um mundo de aquarela em minhas olheiras em Madrid
A pedreira bomba como em Tel Aviv, manos que seguem aqui
Outros foram por moeda
Aí fora o mundo queima e eu remexo o gelo no copo
Esquento o jantar, o menino não freia nem ao ceder a passagem
Mais de ir sozinho pela calçada do que ao fazer-me ao seu palácio
Há quem peça confiança cega e não aguente um silêncio
Sentencio quando falo, volto ao juiz manso
Uma navalha afiada como Charles Manson para cortar ambientes tensos
Tenha certeza de que se é mais puro que isso é apenas
Porque o ouro não brilha quando você o carrega olhando
E você, o que diabos está olhando, dança com a morte um tango
Fiz ela ver que não me vendo leiloando minha alma a um diabo
O anjo da avó ainda está lá em cima vigiando, aqui embaixo
Em dias de cães, tenho quatro gatos contados
Pego a caneta, meti tudo por cao
Corre o garoto pela pressa, busca luz no caos
Torres Kio ou Torre de Pisa, mas volto de lado
Caladinho estou mais bonito e não saio condenado
Navajeros, dois socos e não recebo nem do papa
Só de ver vocês vi o falso que havia por trás de suas máscaras
No Zeta percebi que a confiança barata
É um fardo maior do que ter um filho da puta idolatrado
Fumando umas tantas, elogio se retroalimenta
Entro em raiva e saem rimas, olho ao cão que alimenta
Estou atrás do balcão, bebendo vodka puro
Fazendo inventário, pego um tequila azteca
Faça caso, já é nossa vez da ressaca em Ibiza
Servindo coquetéis para turistas que pedem gramas de cocaína
E eu, crabrón, com uma merda em cima que você nem imagina
Agitando a varinha, recitando letras