Violeta
Camino Solo Por La Vereda, Droga, Madera Y Un Toque De Ron
Hacen Que Esta Vida Sea Mas Divertida Sin Imaginación
Soy Sedentario De Sus Pensamientos Hoy Sineto Que No Llego A Su Pasión
Alejá Esos Chistes Mugrientos Que Hoy Dicen Que Miento Acerca De Su Suposición
Hambre De Gloria Sostengo Memoria, Soy Pasado, Historia, Soy Un Ciclón.
Dueño De Todo Recuerdo, De Todo Silencio, Demando Convicción.
Aunque Me Hiera De Lejos Yo Palpo Las Gotas De Su Propio Sudor,
Tras Coloreados Espejos Yo Veo El Reflejo Violeta De Su Corazón.
Danza Española, Yo Creo Es Sus 'Holas' Yo Creo Que Un Dia Ella Dijo 'Perdón'.
Yo Creo En Mis Aerosoles, Que Pintaron Soles En Su Prisión.
Escapa De Un Circo Perdida Sale Despedida Por Su Propia Razón,
Crece El Maltrato De Sentimientos, Descubrimiento De Otra Religión.
Y Una Cerveza Bien Fría Le Prende El Recuerdo De Su Confesión,
No Cree En Jesús Ni En María Sin Embargo, Busca Su Profesor.
Cree Encontrar Lo Que Busca En La Mirada Oculta De La Rebelión,
Siente En Sus Dientes El Tinte Caliente De Un Par De Blasfemias Y Un Tibio Calor.
Se Va, Se Va, Culpando Al Silencio De Su Honestidad,
Se Va, Se Va, Creyendo Que Al Irse De Esta Ciudad
Se Va A Encontrar Con El Buen Comienzo De Una Vida Nueva,
Se Va Se Va, Lo Bueno Se Va Volando Y Yo Me Quedo Acá.
Y Un Caminante Nocturno Le Dice: ''Veni, Compartí Tu Dolor
Yo Te Devuelvo Las Sobras, Te Devuelvo Un Poco De Tu Pudor''.
Y Ella Al Mirarlo A Los Ojos Se Da Cuenta Que En Sus Cordones Rojos Sale El Sol,
Y Al Ver Sus Labios Rozando Los Míos, Olvido El Olvido Y Le Pongo Color.
Violeta
Caminho sozinho pela calçada, droga, madeira e um gole de rum
Fazem essa vida ser mais divertida sem imaginação
Sou sedentário dos seus pensamentos, hoje sinto que não chego à sua paixão
Afasta essas piadas sujas que hoje dizem que minto sobre sua suposição
Fome de glória, sustento memória, sou passado, história, sou um ciclone.
Dono de toda lembrança, de todo silêncio, exijo convicção.
Mesmo que me machuque de longe, eu toco as gotas do seu próprio suor,
Através de espelhos coloridos, eu vejo o reflexo violeta do seu coração.
Dança espanhola, eu acho que são seus 'olás', eu acho que um dia ela disse 'desculpa'.
Eu acredito nos meus aerossóis, que pintaram sóis na sua prisão.
Escapa de um circo, perdida, sai despedida por sua própria razão,
Cresce o maltrato dos sentimentos, descoberta de outra religião.
E uma cerveja bem gelada acende a lembrança da sua confissão,
Não acredita em Jesus nem em Maria, mas busca seu professor.
Acredita encontrar o que busca no olhar oculto da rebelião,
sente em seus dentes o tom quente de um par de blasfêmias e um calor morno.
Ela vai, ela vai, culpando o silêncio da sua honestidade,
Ela vai, ela vai, acreditando que ao sair desta cidade
Vai se encontrar com o bom começo de uma vida nova,
Ela vai, ela vai, o que é bom vai voando e eu fico aqui.
E um caminhante noturno lhe diz: 'Vem, compartilha sua dor
Eu te devolvo as sobras, te devolvo um pouco do seu pudor'.
E ela, ao olhar nos olhos dele, percebe que nos seus cadarços vermelhos sai o sol,
E ao ver seus lábios roçando os meus, esqueço o esquecimento e coloco cor.