395px

A Terminal

Cordones Rojos

La Terminal

No, No, No, No Me Mires Mal
Que Yo Ya Pase Por Su Estado Criminal
No, No, No No Me Veas Asi
Que Ese Cuento Tonto Yo Ya Lo Viví

Creo Que Paso Ya El Tiempo Necesario
Para Poder Salir De Este Negro Calvario
Y Damos Huída Al Cruel Comisario
Que Algunos Denominan Como La Moral
Y Para Comprar Ciertos Sentimientos
Corremos En Lo Opuesto De La Sinceridad
Y No Paras De Hablar Sobre Mi Rendimiento
Decis Que Me Convierto En Aquel Animal

Ese Que Un Dia No Supo Defenderte
De Las Garras Del Fuerte Delator
El Que Se Enfada Por No Haberle Creido
Sus Dichos, Sus Ruidos, Su Dolor
Mentiras Tan Claras Como Transparentes
Quiero Abstenerte De Esa Realidad
Y Aunque Me Ves La Cara Y Sabes Que No Miente
Oís Sus Presentes Y Le Pedís Más.

No, No, No, No Me Mires Mal
Que Yo Ya Pase Por Su Estado Criminal
No, No, No No Me Veas Asi
Que Ese Cuento Tonto Yo Ya Lo Viví

Después De Que Caes En Lo Que Yo Te Digo
Sabes Que El Enemigo Siempre Estuvo En Vos
Si Bien Entre Los Dos Lo Hicimos Destruido
Llevemosle Al Olvido Y Mostremosle Quien Sos.
Y Hacemos El Amor La Mar De Contentos
Como Si El Desperfecto No Exista Jamás
Y No Te Imaginás Que Si Escribo Este Cuento
Yo Te Represento Personaje Principal.

El Que Pudo Cambiar El Curso De Mi Vida
Mostrando Una Salida Para No Acabar
Sufriendo Como Un Perro Culpado De Homicida
Al Encontrar Un Muerto Y Por Hambre Devorar.
Salgamos A Buscar El Placer Colectivo
Entre Dos Fugitivos De La Sociedad
Y A Renegar El Comienzo Festivo
Por Eso Aún Sigo En La Terminal...

No, No, No, No Me Mires Mal
Que Yo Ya Pase Por Su Estado Criminal
No, No, No No Me Veas Asi
Que Este Cuento Pronto Vamos A Vivir

No, No, No, No Me Mires Mal
Que Aunque Yo Te Perdone Nos Vamos A Desvelar
No, No, No No Me Veas Asi
Que Este Silencio Roto, No Es Para Vos Ni Para Mí.

A Terminal

Não, não, não, não me olhe assim
Que eu já passei pelo seu estado criminal
Não, não, não, não me veja assim
Que essa história boba eu já vivi

Acho que já passou o tempo necessário
Pra eu conseguir sair desse calvário negro
E vamos fugir do cruel comissário
Que alguns chamam de moral
E pra comprar certos sentimentos
Corremos na direção oposta da sinceridade
E você não para de falar sobre meu desempenho
Diz que eu me transformo naquele animal

Aquele que um dia não soube te defender
Das garras do forte delator
Aquele que se irrita por não ter acreditado
Nas suas palavras, nos seus gritos, na sua dor
Mentiras tão claras quanto transparentes
Quero te afastar dessa realidade
E mesmo que você veja minha cara e saiba que não minto
Você ouve os presentes dele e pede mais.

Não, não, não, não me olhe assim
Que eu já passei pelo seu estado criminal
Não, não, não, não me veja assim
Que essa história boba eu já vivi

Depois que você cair no que eu te digo
Sabe que o inimigo sempre esteve em você
Se bem que entre nós dois ele foi destruído
Vamos levá-lo ao esquecimento e mostrar quem você é.
E fazemos amor super felizes
Como se o estrago nunca tivesse existido
E você não imagina que se eu escrevo essa história
Eu te represento como personagem principal.

Aquele que pôde mudar o curso da minha vida
Mostrando uma saída pra não acabar
Sofrendo como um cachorro culpado de homicídio
Ao encontrar um morto e por fome devorar.
Vamos sair em busca do prazer coletivo
Entre dois fugitivos da sociedade
E a gente vai renegar o começo festivo
Por isso ainda estou na terminal...

Não, não, não, não me olhe assim
Que eu já passei pelo seu estado criminal
Não, não, não, não me veja assim
Que essa história logo vamos viver

Não, não, não, não me olhe assim
Que mesmo que eu te perdoe, vamos nos desvelar
Não, não, não, não me veja assim
Que esse silêncio quebrado não é pra você nem pra mim.

Composição: