Paris de Tu Mano
No te niego, vida mía
Que me gusta la aventura
Y me creo cada verso
Que me cuenta tu cintura
Porque no puedo dejar
De mirarte cuando me hablas
Y entiendo lo que me dices
Entiendo lo que me dices
Sin escuchar tus palabras
Fumé el tabaco que fuman
Los indios en las misiones
Y no dejé de encontrarte
En mil alucinaciones
Y vi la línea de tu río
Desde un lugar alto, alto
Sin tener que estar mirando
Sin estarme relojeando
Con las agujas de mi avión
En un castillo prestado
Bailamos tango y minué
Tomamos mate cebado
Con un fino Beaujolais
Como sapo de otro pozo
Y harina de otro costal
Yo tuve a París de tu mano
Tuve a París de tu mano
En medio del pastizal
Cuando empieza un nuevo viaje
Cuando subo al cielo azul
No hay otro norte en mi ruta
Solo está tu Cruz del Sur
Todo el mundo sueña un día
Volver adonde nació
Yo sueño con un oasis
Donde el río dio un abrazo
A mi viajero corazón
En un castillo prestado
Bailamos tango y minué
Tomamos mate cebado
Con un fino Beaujolais
Y como sapo de otro pozo
Y harina de otro costal
Yo tuve a París de tu mano
Tuve a París de tu mano
En medio del pastizal
Yo tuve a París de tu mano
Tuve a París de tu mano
En medio del pastizal
Paris na Sua Mão
Não te nego, minha vida
Que eu gosto de uma aventura
E acredito em cada verso
Que a sua cintura me conta
Porque não consigo parar
De te olhar quando você fala
E entendo o que me diz
Entendo o que me diz
Sem ouvir suas palavras
Fumei o tabaco que fumam
Os índios nas missões
E não parei de te encontrar
Em mil alucinações
E vi a linha do seu rio
De um lugar bem alto, alto
Sem precisar estar olhando
Sem estar me controlando
Com os ponteiros do meu avião
Em um castelo emprestado
Dançamos tango e minué
Tomamos mate bem forte
Com um fino Beaujolais
Como sapo de outro poço
E farinha de outro saco
Eu tive Paris na sua mão
Tive Paris na sua mão
No meio do pasto
Quando começa uma nova viagem
Quando subo ao céu azul
Não há outro norte na minha rota
Só está sua Cruz do Sul
Todo mundo sonha um dia
Voltar pra onde nasceu
Eu sonho com um oásis
Onde o rio deu um abraço
Ao meu coração viajante
Em um castelo emprestado
Dançamos tango e minué
Tomamos mate bem forte
Com um fino Beaujolais
E como sapo de outro poço
E farinha de outro saco
Eu tive Paris na sua mão
Tive Paris na sua mão
No meio do pasto
Eu tive Paris na sua mão
Tive Paris na sua mão
No meio do pasto