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Eu Fecho Meus Olhos

Covenant

I Close My Eyes

In the heat of the moment
In the eye of the storm
When the high tide turns around
I tread water waiting to be found
In the dream of the shepherd
In the blood on the thorn
When the warships run aground
I breed monsters feeding on the drowned

In the daze of confusion
In the glare of the glow
When the demon comes unbound
I dive under drowning out the sound
In the noise of the silence
In the force of the blow
When the towers tumble down
I sink further going underground

I seek sanctuary
Take me in
Keep me safe
I seek sanctuary
Take my sins
Keep my faith

Squaring circles, cutting ice
Hacking numbers, telling lies
Dreaming nightmares, waking up
Twisting, shouting, dying twice

Little poems from the skies
Fading daydreams falling down
Falling down

In the heat of the moment
In the eye of the storm
When the high tide turns around
I tread water waiting to be found
In the dream of the shepherd
In the blood on the thorn
When the warships run aground
I breed monsters feeding on the drowned

In the daze of confusion
In the glare of the glow
When the demon comes unbound
I dive under drowning out the sound
In the noise of the silence
In the force of the blow
When the towers tumble down
I sink further going underground

I seek sanctuary
Take me in
Keep me safe
I seek sanctuary
Take my sins
Keep my faith

Squaring circles, cutting ice
Hacking numbers, telling lies
Dreaming nightmares, waking up
Twisting, shouting, dying twice

Little poems from the skies
Fading daydreams falling down
Falling down

Can't keep the pace these demon days
Are piling up like falling towers everywhere
I could regret or try to forget the little things
That bind my mind to my memories
But I know that down below the pain remains
In different shapes and shades
I need to sleep, I have to stop and catch my breath
And view the world with my eyes closed
I close my eyes
I close my eyes
I close my eyes

Eu Fecho Meus Olhos

No calor do momento
No olho da tempestade
Quando a maré alta muda de direção
Eu nado contra a corrente, esperando ser encontrado
No sonho do pastor
No sangue no espinho
Quando os navios de guerra encalham
Eu crio monstros que se alimentam dos afogados

No torpor da confusão
No brilho do fulgor
Quando o demônio se liberta
Eu mergulho, abafando o som
No ruído do silêncio
Na força do golpe
Quando as torres desmoronam
Eu afundo ainda mais, indo para o subterrâneo

Eu busco santuário
Me acolha
Me mantenha seguro
Eu busco santuário
Leve meus pecados
Guarde minha fé

Quadrando círculos, cortando gelo
Decifrando números, contando mentiras
Sonhando pesadelos, acordando
Girando, gritando, morrendo duas vezes

Pequenos poemas dos céus
Devaneios desvanecendo, caindo
Caindo

No calor do momento
No olho da tempestade
Quando a maré alta muda de direção
Eu nado contra a corrente, esperando ser encontrado
No sonho do pastor
No sangue no espinho
Quando os navios de guerra encalham
Eu crio monstros que se alimentam dos afogados

No torpor da confusão
No brilho do fulgor
Quando o demônio se liberta
Eu mergulho, abafando o som
No ruído do silêncio
Na força do golpe
Quando as torres desmoronam
Eu afundo ainda mais, indo para o subterrâneo

Eu busco santuário
Me acolha
Me mantenha seguro
Eu busco santuário
Leve meus pecados
Guarde minha fé

Quadrando círculos, cortando gelo
Decifrando números, contando mentiras
Sonhando pesadelos, acordando
Girando, gritando, morrendo duas vezes

Pequenos poemas dos céus
Devaneios desvanecendo, caindo
Caindo

Não consigo acompanhar o ritmo desses dias demoníacos
Eles se acumulam como torres caindo por aí
Eu poderia me arrepender ou tentar esquecer as pequenas coisas
Que prendem minha mente às minhas memórias
Mas sei que lá embaixo a dor permanece
Em diferentes formas e tons
Preciso dormir, preciso parar e recuperar o fôlego
E ver o mundo com os olhos fechados
Eu fecho meus olhos
Eu fecho meus olhos
Eu fecho meus olhos

Composição: Montelius