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Senhora do Poço Suculento

Cradle of Filth

Mistress From The Sucking Pit

Oh dear God
It is midnight in the labyrinth

The night is set to taint the painted halls
Moonlight is our cue
The candelabra flicker at your passing gall
I swear they're dancing just for you
The dead leaves rustle on the manor lawns
As a light breeze whispers through
The call of wolves. the owls lament
Our screams shall soon soar skyward too

Mistress from the sucking pit

All the world crawls lovesick at her feet
The stars are passing observations
Her voice is music, her legs go on
Shes got full orchestration
And been known to use it
But trepidation is a far slicker song

Amongst dull suitors
She is bright and razor sharp
A tree of woe uprooter
A viper still at heart

Shes alkaline and far acidic
As sweet as clementines
This mistress from the sucking pit

All the world crawls lovesick at her feet
The stars are passing observations
Her voice is music, her legs go on
Shes got full orchestration
And been known to use it
But trepidation is a far slicker song

Mistress from the sucking pit

Embossed by her postulant gaze
Like Medusa on a plinth
I am lost in her embrace
Oh dear God
It is midnight in the labyrinth

A peacock fan of sinful eyes
Swim wide across the room
This night, espied, your thin disguise
Does wonders for the sundered gloom
For all lit up the shades retreat
To dark Italian pews
And corners where great vases stand
Abrim with thoughts of naked dais with you

Mistress from the sucking pit

All the world crawls lovesick at her feet
The stars are passing observations
Her needs are dire, her rites are wrong
She burns with exultation
Like a fiery vampire
For desperation is a far slicker song

Amongst dull suitors
She's bright and razor sharp
A tree of woe uprooter
A viper still at heart

She's alkaline and far acidic
Fluidic, serpentine
This mistress from the sucking pit

The waiters pass in gilded frames
With glasses sparkling too
The ball tonight rows magical
Like the finest Venice threw
And at it's heart a mythic queen
Her skin of purest hue
Whose beauty is unquestionable
But whose duties are askew
For beneath the airs and divine graces
A slim tornado whirls
On the precipice of her poisonous kiss
The devil dwells deep inside this girl

Embossed by her postulant gaze
Like Medusa on a plinth
I am lost in her embrace
Oh dear God
It is midnight in the labyrinth

Mistress from the sucking pit

The wine has sat and breathed it's last
In blood red ruby where
I find you by the roaring hearth
A blaze of golden hair
Cascading down an angel's face
To pool about the breasts
That man minds have wondered on
but only I caress
And then I'm yours. the velvet crown
Of Venus in my hands
Fists rip hard the eiderdown
Desire firebrands
Every mountain, every route
My wanton tongue must take
To taste that once forbidden fruit
Before your bloodlust starts to

Senhora do Poço Suculento

Oh querido Deus
É meia-noite no labirinto

A noite está pronta para manchar os corredores pintados
A luz da lua é nosso sinal
Os candelabros tremulam ao seu passar galante
Eu juro que eles dançam só pra você
As folhas secas farfalham nos gramados da mansão
Enquanto uma leve brisa sussurra por aqui
O chamado dos lobos, as corujas lamentam
Nossos gritos logo também vão subir aos céus

Senhora do poço suculento

Todo o mundo rasteja apaixonado aos seus pés
As estrelas são meras observações
Sua voz é música, suas pernas vão longe
Ela tem uma orquestra completa
E é conhecida por usá-la
Mas a apreensão é uma canção muito mais suave

Entre pretendentes sem graça
Ela é brilhante e afiada como uma lâmina
Uma árvore que arranca a dor
Uma víbora ainda no coração

Ela é alcalina e muito ácida
Tão doce quanto clementinas
Essa senhora do poço suculento

Todo o mundo rasteja apaixonado aos seus pés
As estrelas são meras observações
Suas necessidades são urgentes, seus rituais estão errados
Ela arde com exaltação
Como um vampiro flamejante
Pois a desesperança é uma canção muito mais suave

Senhora do poço suculento

Gravada pelo seu olhar postulante
Como Medusa em um pedestal
Estou perdido em seu abraço
Oh querido Deus
É meia-noite no labirinto

Um leque de olhos pecaminosos
Nadam amplos pela sala
Esta noite, espiada, sua fina disfarce
Faz maravilhas para a escuridão despedaçada
Pois tudo iluminado, as sombras recuam
Para bancos italianos escuros
E cantos onde grandes vasos estão
Abrindo-se com pensamentos de um dia nu com você

Senhora do poço suculento

Todo o mundo rasteja apaixonado aos seus pés
As estrelas são meras observações
Suas necessidades são urgentes, seus rituais estão errados
Ela arde com exaltação
Como um vampiro flamejante
Pois a desesperança é uma canção muito mais suave

Entre pretendentes sem graça
Ela é brilhante e afiada como uma lâmina
Uma árvore que arranca a dor
Uma víbora ainda no coração

Ela é alcalina e muito ácida
Fluida, serpentina
Essa senhora do poço suculento

Os garçons passam em molduras douradas
Com copos brilhando também
O baile esta noite é mágico
Como o melhor que Veneza já ofereceu
E em seu coração, uma rainha mítica
Sua pele de tom mais puro
Cuja beleza é inquestionável
Mas cujas obrigações estão tortas
Pois por trás das aparências e graças divinas
Um tornado esguio gira
Na borda do seu beijo venenoso
O diabo habita bem dentro dessa garota

Gravada pelo seu olhar postulante
Como Medusa em um pedestal
Estou perdido em seu abraço
Oh querido Deus
É meia-noite no labirinto

Senhora do poço suculento

O vinho já descansou e respirou seu último
Num rubi vermelho sangue onde
Eu te encontro junto à lareira rugindo
Uma chama de cabelo dourado
Cascateando pelo rosto de um anjo
Para se acumular sobre os seios
Que mentes de homens têm se perguntado
Mas só eu acaricio
E então sou seu. a coroa de veludo
De Vênus em minhas mãos
Punhos rasgam duro o edredom
Desejo queima
Cada montanha, cada caminho
Minha língua libertina deve percorrer
Para provar aquela fruta uma vez proibida
Antes que sua sede de sangue comece a.

Composição: Robson M, Davey Dani, Paul Allender, Ashley Jurgemeyer, James Mcilroy, Marthus