Non Omnis Moriar
Do not weep
I will drift to hauntless sleep
Lay my weary head prostate before the awning
Spread my crow black sails
Against the sunset, dressed to part the veil
A led parade of shades upon Death's dawning
Non omnis Moriar
Not all of me shall die
For I shall leave my heart with thee
Before I kiss thy precious lips goodbye
Until we're borne
Together in the evermore, my darling
One final time
I will take this hand in mine
Drowning in brown eyes
That ghost jewelled shoreline
Fate adorn me, do not mourn me
For I wait beyond the gates of slumber
In my Avalon, In our Avalon
Strength to carry on before the great penumbra
Here
Plant a tree
Deep upon my silent grave
Think of me in spring's embrace, when sadness lingers
Feeding earthen grails
Fresh roots I nurture
And blessed with life's rebirth
I take the sacred ring from winter's finger
Non omnis Moriar
Not all of me shall die
Cast off all trace of doubt in me
Before I kiss thy precious lips goodbye
Until we're borne
Together in the evermore, my darling
One final time
I will take this hand in mine
Drowning in brown eyes
That ghost the jewelled shoreline
Fate adorn me, do not mourn me
For I wait beyond the gates of slumber
In my Avalon, In our Avalon
Strength to carry on before the great penumbra
Here
I have not gone, life's majestic song
Swims on the wind that stirs autumnal leaves here
Come dry thy tears, my hand is near
These sterling years have forged a bond
That still, that still lives on
That still lives on
That still, that still lives on
Não Morro Todo
Não chore
Vou flutuar para um sono sem assombração
Deite minha cabeça cansada prostrada sob o toldo
Espalhe minhas velas negras como corvo
Contra o pôr do sol, vestido para separar o véu
Uma parada de sombras na alvorada da Morte
Não morro todo
Nem tudo em mim vai morrer
Pois deixarei meu coração com você
Antes de beijar seus lábios preciosos de despedida
Até que sejamos levados
Juntos na eternidade, meu amor
Uma última vez
Vou segurar sua mão na minha
Afundando em olhos castanhos
Que assombram a costa adornada
O destino me adorna, não me lamente
Pois espero além dos portões do sono
Em meu Avalon, Em nosso Avalon
Força para seguir em frente antes da grande penumbra
Aqui
Plante uma árvore
Profundamente em meu túmulo silencioso
Pense em mim no abraço da primavera, quando a tristeza persiste
Alimentando cálices de terra
Raízes frescas que nutro
E abençoado com o renascimento da vida
Tiro o anel sagrado do dedo do inverno
Não morro todo
Nem tudo em mim vai morrer
Desfaça todo traço de dúvida em mim
Antes de beijar seus lábios preciosos de despedida
Até que sejamos levados
Juntos na eternidade, meu amor
Uma última vez
Vou segurar sua mão na minha
Afundando em olhos castanhos
Que assombram a costa adornada
O destino me adorna, não me lamente
Pois espero além dos portões do sono
Em meu Avalon, Em nosso Avalon
Força para seguir em frente antes da grande penumbra
Aqui
Não fui embora, a majestosa canção da vida
Navega no vento que agita as folhas de outono aqui
Venha secar suas lágrimas, minha mão está perto
Esses anos valiosos forjaram um laço
Que ainda, que ainda vive
Que ainda vive
Que ainda, que ainda vive