Right Wing Of The Garden Triptych
Death darkens all
Right wing of the garden triptych
Left marks the fall
The middle ground apocalyptic
Why stay the grim inevitable
And play out with a whimper?
Fate is raising armies of our faith
Now the future cows
Before the vows
Prophets thunder from the heavens
We seek to justify
Our seed spread far and wide
The eve that virtue died
Bore witness to this plague
Great hellscapes rape enflamed horizons here
This the sore begginning
To the war to end all wars
Gotterdammerung, gotterdammerung
This hate brings fever
Gotterdammerung, gotterdammerung
The great bereaver
Throw wide splintered lichgates
To the eldritch show's return
Unforgiving proof accural begs this cruel rebirth
A living fuel for the blaze of renewal, razing the earth
Pariahs and Messiahs of the highest worth
Fodder for the denizens of risen, hissing hell
Nothing screams out mercy more
Than vivisection of the soul
Gotterdammerung, gotterdammerung
All base deceivers
Gotterdammerung, gotterdammerung
Coddle abbadon
God, you got it wrong, now fall believers
Liars and deniers, thick in the mire's grasp
Treacherous and lecherous
Retching a sick bloodbath
Peace sits alone
Midst the desecration sewn
Like a stony queen of winter, throned
This the penalty for lust
Long dreaded, read in scripture
Vain pleasures fed to pain this
Now the future cows
Before the vows
Prophets thunder from the heavens
We seek to justify
Our seed spread far and wide
The eve that virtue died
Bore witness to this plague
Great hellscapaes rape enflamed horizons here
Gotterdammerung
Gotterdammerung
A twilight for bone idols
Sewer-suicidal from the heights
A dead man's stance to prayer
Deafened ears to mortal plight
Pleas and effigies, clergy bang to rites
Belief is superficial when the missals dance alight
Death darkens all
Right wing of the garden triptych
Left marks the fall
The universe is, at worse, ecliptic
Ala Direita do Tríptico do Jardim
A morte obscurece toda
A ala direita do tríptico do jardim
Na esquerda é marcada a queda
O meio é o terreno apocalíptico
Por que manter a inevitabilidade sombria
E encenar com uma lamúria?
O destino está formando exércitos com nossa fé
Agora o futuro se acovarda
Diante dos votos
Que profetas jogam dos céus como trovões
Procuramos justificar
Nossa semente se espalhar por toda a parte
Na véspera da morte da virtude
Fui testemunha desta praga
Aqui grandes paisagens infernais estupram horizontes flamejantes
Este é o dolorido início
Da guerra para terminar com todas as guerras
Crepúsculo dos deuses, crepúsculo dos deuses
Este ódio traz febre
Crepúsculo dos deuses, crepúsculo dos deuses
O grande enlutado
Joga grandes portões estilhaçados
Para o retorno do espetáculo sobrenatural
A implacável acumulação de provas implora por este cruel renascimento
Um combustível vivo para a chama da renovação arrasando a terra
Párias e Messias do mais alto valor
São o alimente dos habitantes do sibilante inferno renascido
Nada grita mais por misericórdia
Do que a vivisecção da alma
Crepúsculo dos deuses, crepúsculo dos deuses
Todos os enganadores básicos
Crepúsculo dos deuses, crepúsculo dos deuses
Mimando Abadom
Deus, você entendeu errado, agore derrube os crentes
Mentirosos e negacionistas, atolados no abraço da lama
Traiçoceiros e lascivos
Vomitando um banho de sangue doentio
A paz se senta sozinha
Em meio à profanação semada
Como uma rainha pétrea do inverno, entronizada
Esta é a penalidade pela luxúria
Há muito tempo temida, lida nas escrituras
Prazeres vãos alimentaram a dor com isso
Agora o futuro se acovarda
Diante dos votos
Que profetas jogam dos céus como trovões
Procuramos justificar
Nossa semente se espalhar por toda a parte
Na véspera da morte da virtude
Fui testemunha desta praga
Aqui grandes paisagens infernais estupram horizontes flamejantes
Crepúsculo dos deuses
Crepúsculo dos deuses
O delício dos ídolos de ossos
Suicidas dos esgotos vindo das alturas
A postura de um homem morto à oração
Ouvidos surdos virados às súplicas mortais
Apelos e efígies, clérigos batucam em rito
A crença é superficial quando os missais dançam em chamas
A morte obscurece toda
A ala direita do tríptico do jardim
Na esquerda é marcada a queda
O universo está, na pior das hipóteses, eclíptico
Composição: Davey Dani, Richard Andrew Shaw, Lindsay Matheson, Marthus, Daniel Firth, Ashok