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O Frio Aperto do Terror

Crimson Moonlight

The Cold Grip Of Terror

I carry a longing, a yearning stronger than words can tell..
I carry my sword, my emblem of victory,
in this chaos I flourish...
I believe. My dream is the loveliest dream.
Just the wish to have it fulfilled is enough.
I watched my step when I entered the narrow path..
I saw and I understood...
Its goal lies beyond the black fog, beyond the cold grip of terror.
To reach the goal I have to walk a long way,
have to tear my flesh on the sharpest thorns,
have to squeeze my staff so my hand gets cramped...
Through weird depths of bloody tranquility,
through darkness, pain and chaos..
through still, serene silence...
through the lashings of icy rains...
Suffering...Is it a challenge, a divine trumpet?
Day and night I lay there knocked to the ground.
Scars and wounds were my constant company...
The taste of cold blood woke me up from my restless sleep.
The heat of fire burnt my hands, stiff with cold,
when I tried to make them warm.
Sackcloth covers my body
And I've had to lower my horn in the dust.
My face is flaming red with tears,
and death has painted my eyelids shadowy black.
And this although my hands are free from violence
and my prayer is pure!
My days are gone, my plans are shattered,
gone what was once my heart's desire.
I wish to change night for day.
Daylight would be near now when darkness breaks in.
No, I know Thou will carry me,
Thy presence is greater than the darkest agony.
Thou, the only one. My fortress.
Thou alone are immortal...
Covered in glorious majesty
Thou alone are the Lord's anointed.
The darkness recedes, 'cause the true light is already shining...

O Frio Aperto do Terror

Eu carrego um anseio, um desejo mais forte do que palavras podem dizer..
Eu carrego minha espada, meu emblema de vitória,
nesse caos eu floresço...
Eu acredito. Meu sonho é o sonho mais lindo.
Só o desejo de realizá-lo já é o suficiente.
Eu cuidei dos meus passos ao entrar no caminho estreito..
Eu vi e entendi...
Seu objetivo está além da névoa negra, além do frio aperto do terror.
Para alcançar o objetivo eu tenho que andar um longo caminho,
ter que rasgar minha carne nos espinhos mais afiados,
ter que apertar meu bastão até minha mão ficar dormente...
Através de profundezas estranhas de uma tranquilidade sangrenta,
através da escuridão, dor e caos..
através do silêncio ainda e sereno...
através das chicotadas das chuvas geladas...
Sofrimento... É um desafio, uma trombeta divina?
Dia e noite eu fiquei lá, derrubado no chão.
Cicatrizes e feridas eram minha companhia constante...
O gosto de sangue frio me acordou do meu sono inquieto.
O calor do fogo queimou minhas mãos, rígidas de frio,
quando tentei aquecê-las.
Saco de pano cobre meu corpo
E eu tive que baixar meu chifre na poeira.
Meu rosto está ardendo de lágrimas,
e a morte pintou minhas pálpebras de um negro sombrio.
E isso apesar de minhas mãos estarem livres de violência
e minha oração ser pura!
Meus dias se foram, meus planos estão despedaçados,
se foi o que um dia foi o desejo do meu coração.
Eu desejo trocar a noite pelo dia.
A luz do dia estaria próxima agora quando a escuridão invade.
Não, eu sei que Tu me carregarás,
Tua presença é maior do que a mais profunda agonia.
Tu, o único. Minha fortaleza.
Tu sozinho és imortal...
Coberto em majestade gloriosa
Tu sozinho és o ungido do Senhor.
A escuridão recua, pois a verdadeira luz já está brilhando...

Composição: