I Am Tribulation
In the dream, the all was my shadow
In the shadow the dream was my all
Cold is your tear that drips down on me
The dew from your tears, how cold
If the grief that embraces me was the abyss
If the abyss inside me was grief
Where the barren life is stripped
I remain stripped down in my stronghold
Anxiously, without shame, the dream regains its invigoration
In the mist, every line of disharmony, slowly, humbly dies away
The abyss within me, it scratches, it pulls, it tears
What was, that’s where I constantly looked
What comes, my perceptual yearning
I'm always there, in the dream, down in my stronghold
Shadows of ancient blackness knock on my door
Times past, when desolation was in collusion with death
I am tribulation
I am where time stops
I am indifference
I am where time curses
It lingers, it does not hastily go away
Like the spider’s prey, awaiting its doom
I walk in devout contemplation down the unclean steps of stone
In my mind I see myself turning and running up
Yes my reality remains another
The steps of stone, marked by blood
The emblem of the forces of chaos is etched into my lacerated body
I grope about me, yes I remain upright
Is this inevitable?
I am tribulation
I am where time stops
I am indifference
I am where time curses
eu sou tribulação
No sonho, tudo era minha sombra
Na sombra o sonho era meu tudo
Frio é a sua lágrima que escorre em mim
O orvalho de suas lágrimas, que frio
Se a dor que me abraça fosse o abismo
Se o abismo dentro de mim fosse dor
Onde a vida estéril é despojada
Eu permaneço despojado em minha fortaleza
Ansiosamente, sem vergonha, o sonho recupera seu vigor
Na névoa, cada linha de desarmonia, lentamente, humildemente desaparece
O abismo dentro de mim arranha, puxa, rasga
O que era, é onde eu constantemente olhava
O que vem, meu anseio perceptivo
Eu estou sempre lá, no sonho, na minha fortaleza
Sombras da escuridão antiga batem na minha porta
Tempos passados, quando a desolação estava em conluio com a morte
eu sou tribulação
eu estou onde o tempo para
eu sou a indiferença
Eu estou onde o tempo amaldiçoa
Ele demora, não vai embora apressadamente
Como a presa da aranha, aguardando seu destino
Eu ando em devota contemplação pelos degraus impuros de pedra
Em minha mente eu me vejo virando e correndo
Sim minha realidade continua sendo outra
Os degraus de pedra, marcados pelo sangue
O emblema das forças do caos está gravado em meu corpo dilacerado
Eu tateio sobre mim, sim, eu permaneço de pé
Isso é inevitável?
eu sou tribulação
eu estou onde o tempo para
eu sou a indiferença
Eu estou onde o tempo amaldiçoa