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Letra

    Meu pratinho de arroz doce
    Polvilhado de canela
    Era bom mas acabou-se
    Desde que a vida me trouxe
    Outros cuidados com ela

    Eu, Infanta, não sabia
    As mágoas que a vida tem
    Ingenuamente sorria
    Me aninhava e adormecia
    Ao colo da minha mãe

    Soube depois que há no mundo
    Umas tantas criaturas
    Que vivem num charco imundo
    Arrancando arroz do fundo
    De pestilentas planuras

    Já não tenho o teu engodo
    Ó mãe, nem desejo tê-lo
    Prefiro o charco e o lodo
    Quero o sofrimento todo
    Quero senti-lo e vencê-lo


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