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Beber da Lagoa da Tristeza

Cryptal Darkness

To Drink From The Lake Of Sadness

[Music: O. Alexander]
[Lyrics: O. Alexander]

Forever the snow falls into a pond of tears
As they fall from the sky. . . descending, sometimes they cry

Sometimes they cry, autumn trees they weep
In sadness suffering, for soon shall I die
Forward to a path of lonliness I walk upon
As the sun fades into the distance

Darkness begins to enshroud above
I am at peace so alone

Harmonious nightfall has arrived
Place of sadness I journey through
A place where no life dwells
In this realm of Isolation

Darkness is closing in on me
I am at peace so alone

Beyond all pain and suffering
A sea of tormented souls wash away my tears
In sufferance I am not healed
For I am in torment
As the wind blows in silence
Darkness be taken to peace
Vultures are singing such sweet songs
Am I to die in this place. . .

I look into the cold water
The reflection of my face appears
No longer can I cry, I drink in serenity
From the lake of sadness
Winter the frost of december
Mist surrounds the pale moon
At last I rest this endless rest
I am not dead yet I have not life

Sometimes they cry, autumn trees they weep
In sadness suffering, for soon shall I die
Forward to a path of lonliness I walk upon
As the sun fades into the distance

Darkness has surrounded me
At peace, so alone. . .

Forever the snow falls into a pond of tears
As they fall from the sky. . . descending, sometimes they cry

Beber da Lagoa da Tristeza

[Música: O. Alexander]
[Letra: O. Alexander]

Para sempre a neve cai em um lago de lágrimas
Enquanto caem do céu... descendo, às vezes elas choram

Às vezes elas choram, as árvores de outono lamentam
Na tristeza sofrendo, pois logo eu vou morrer
Caminhando por um caminho de solidão
Enquanto o sol se apaga na distância

A escuridão começa a me envolver
Estou em paz, tão sozinho

A harmoniosa noite chegou
Lugar de tristeza por onde caminho
Um lugar onde não há vida
Neste reino de Isolamento

A escuridão está se aproximando de mim
Estou em paz, tão sozinho

Além de toda dor e sofrimento
Um mar de almas atormentadas enxuga minhas lágrimas
Na dor não sou curado
Pois estou em tormento
Enquanto o vento sopra em silêncio
Que a escuridão se transforme em paz
Urubus cantam canções tão doces
Vou morrer neste lugar...

Olho para a água fria
O reflexo do meu rosto aparece
Não posso mais chorar, bebo em serenidade
Da lagoa da tristeza
Inverno, a geada de dezembro
A névoa envolve a pálida lua
Finalmente descanso, este descanso sem fim
Não estou morto, mas não tenho vida

Às vezes elas choram, as árvores de outono lamentam
Na tristeza sofrendo, pois logo eu vou morrer
Caminhando por um caminho de solidão
Enquanto o sol se apaga na distância

A escuridão me cercou
Em paz, tão sozinho...

Para sempre a neve cai em um lago de lágrimas
Enquanto caem do céu... descendo, às vezes elas choram

Composição: