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E Então Passa

Cryptopsy

...And Then It Passes

[Lyrics by Mike DiSalvo]

The distance it allows at first
The change is felt through the air
The mother of nature speaks discontently

As death tends to whisper defiance
Thinks it's surprising, fully expected
Heavily unwelcomed, purposely unhidden
There to accomodate
A more sensible whiskey warmth
Had my fills of somber hearts and lost souls

Bleak ember grey, dismal drear
Catastrophic in its own simple right
Tolerance as low as low
Unfortunately cold is cold
Scold the mother whore
For shaking the season's core

Unprepared as always
Suspiciously sneaking into
Mammoth proportions
An emblem of frigid bones
And desolate hopes

The here is now
An icy adversary of a piercing sort
Wintry blue lunacy in the eyes
No choice but to hibernate
Against these skies

Biting bitterness
Bitten
Blizzard blowing
Nipping at the fine line of your neck
Horrendous glacial
Facial disfiguration
Beaten red raw by the arctic fist

Pummelled quite considerably
Frozen bricks hold the spirit down
Destined to find the elusive shelter
Set aside reclusion from the numbing mind

Winteresque barren portrait
Painted miserably white

Living Earth
Postponed in bereavement
Temporarily cessated
Untimely anytime
This unthawing persistance

Our fine feathered friends
Seem smarter than they appear
Should've scrambled to join them
On these months that are so feared

Ferocious gusts, tempestuous winds
Drifting bales, infinitized
Unbeareble haze
Trapped like a rat in a maze
Just when you thought enough was too much
For the desperate masses... and then it passes

E Então Passa

[Letra de Mike DiSalvo]

A distância que permite no começo
A mudança é sentida no ar
A mãe natureza fala descontentemente

Enquanto a morte sussurra desafiante
Pensa que é surpreendente, totalmente esperado
Pesadamente indesejada, propositalmente não escondida
Ali para acomodar
Um calor de uísque mais sensato
Já tive o suficiente de corações sombrios e almas perdidas

Cinza de brasa sombria, tristeza desoladora
Catastrófico à sua maneira simples
Tolerância tão baixa quanto pode ser
Infelizmente, frio é frio
Repreenda a mãe vadia
Por abalar o cerne da estação

Despreparado como sempre
Suspeitosamente se infiltrando em
Proporções gigantescas
Um emblema de ossos gélidos
E esperanças desoladas

O aqui é agora
Um adversário gelado de um tipo penetrante
Loucura azul invernal nos olhos
Sem escolha a não ser hibernar
Contra esses céus

Amargura mordente
Mordido
Tempestade soprando
Cutucando a fina linha do seu pescoço
Horrenda desfiguração
Facial glacial
Bateu vermelho cru pelo punho ártico

Sofrendo consideravelmente
Tijolos congelados seguram o espírito
Destinado a encontrar o abrigo elusivo
Deixado de lado, reclusão da mente entorpecida

Retrato invernal árido
Pintado miseravelmente de branco

Terra viva
Postergada em luto
Temporariamente cessada
Inesperadamente a qualquer momento
Essa persistência que não descongela

Nossos amigos de penas finas
Parecem mais espertos do que aparentam
Deveríamos ter corrido para nos juntar a eles
Nesses meses que são tão temidos

Rajadas ferozes, ventos tempestuosos
Fardos flutuando, infinitizados
Névoa insuportável
Presos como ratos em um labirinto
Justo quando você achou que o suficiente era demais
Para as massas desesperadas... e então passa

Composição: Cryptopsy / Mike DiSalvo