Nunca Pasa Nada
No pasa nada, nunca pasa nada
Nada relevante que yo pueda presentir
No pasa nada, nunca pasa nada
Nada que le dé algún sentido a vivir
Nada por allá, nada por aquí
Me voy a ir a Rivera y via' chupar hasta morir
No pasa nada, nunca pasa nada
No sé si empecé a emborracharme para soportarla a ella
No pasa nada, nunca pasa nada
O si ella no me soportaba por culpa de mi botella
No pasa nada, nunca pasa nada
Me fui a morir a Rivera
Porque el nombre de ella era
Bernardina Fragoso de Rivera
No pasa nada, nunca pasa nada
Me puse de cuida coches y la suerte por fin llegó a mi casa
No pasa nada, nunca pasa nada
Con las propinas tenía por día como para seis litros de cachaça
No pasa nada, nunca pasa nada
Yo era un aventurero indómito
Antihéroe tragicómico
Siempre acababa nadando en mi vómito
Al poco tiempo yo decía que era "El Verdadero Sabalero"
No pasa nada, nunca pasa nada
Veía elefantes rosados y en el manicomio me metieron
No pasa nada, nunca pasa nada
De alcohol no había ni una dosis
Eso empeoró mi psicosis
Y ya no pude morirme de cirrosis
No pasa nada, nunca pasa nada
¡Nada interesante que me pueda espabilar!
No pasa nada, nunca pasa nada
Nada que a esta vida miserable haga cambiar
Nada por aquí, nada por allá
¡Cuando sea grande yo me voy a suicidar!
Nada Acontece Nunca
Nada acontece, nada acontece nunca
Nada relevante que eu possa sentir
Nada acontece, nada acontece nunca
Nada que dê algum sentido à vida
Nada por lá, nada por aqui
Vou pra Rivera e vou beber até morrer
Nada acontece, nada acontece nunca
Não sei se comecei a beber pra aguentar ela
Nada acontece, nada acontece nunca
Ou se ela não me aguentava por causa da minha garrafa
Nada acontece, nada acontece nunca
Fui morrer em Rivera
Porque o nome dela era
Bernardina Fragoso de Rivera
Nada acontece, nada acontece nunca
Fui trabalhar de flanelinha e a sorte finalmente chegou na minha casa
Nada acontece, nada acontece nunca
Com as gorjetas eu tinha por dia o suficiente pra seis litros de cachaça
Nada acontece, nada acontece nunca
Eu era um aventureiro indomável
Um anti-herói tragicômico
Sempre acabava nadando no meu vômito
Logo eu dizia que era "O Verdadeiro Sabalero"
Nada acontece, nada acontece nunca
Via elefantes cor-de-rosa e me internaram no manicômio
Nada acontece, nada acontece nunca
De álcool não tinha nem uma dose
Isso piorou minha psicose
E já não consegui morrer de cirrose
Nada acontece, nada acontece nunca
Nada interessante que me faça acordar!
Nada acontece, nada acontece nunca
Nada que mude essa vida miserável
Nada por aqui, nada por lá
Quando eu crescer, eu vou me suicidar!
Composição: Santiago Tavella