Tradução gerada automaticamente

Palomontio Ñu
El Cuarteto de Nos
Pobre Poeta Palomontio Ñu
Palomontio Ñu
Pobre poeta Palomontio ÑuPobre poeta Palomontio Ñu
Sua cara parece uma avestruzSu cara parece una avestruz
Passa a vida explicandoSe pasa la vida explicándole
Pra uma lebre morta como dançar candomblé (candomblé, candomblé)A una liebre muerta como bailar candomblé (candomblé, candomblé)
Pobre poeta quer chorarPobre poeta quiere llorar
Ficou dois dias num poleiroEstuvo dos días en un palomar
E adormeceu gravando as pombas a arrulharY se durmió grabando a las palomas arrullar
E quando acordou viu que estava no fundo do mar (mar, mar)Y cuando despertó vio que estaba en el fondo del mar (mar, mar)
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poeta que desilusãoPobre poeta que desilusión
Sofreu ao perceber sua situaçãoSufrió al darse cuenta de su situación
Pois como é sabido no fundo do marPues como es sabido en el fondo del mar
É difícil, muito difícil conseguir respirar (respirar, respirar)Resulta difícil, muy difícil poder respirar (respirar, respirar)
Pobre poeta começou a morrerPobre poeta se empezó a morir
E em poucos minutos deixou de existirY e pocos minutos dejó de existir
E nunca mais pôde explicarY no pudo nunca más explicar
Pra sua lebre morta como o candomblé dançar (dançar, dançar)A su liebre muerte como el candomblé bailar (bailar, bailar)
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta
Pobre poetaPobre poeta




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