Que Será
Qué será, qué será lo que nos espera
Ay mamá cuando será, que mi gente crea
Qué será, qué será de mi isla, qué será, qué será
Cuando será
Que se eleve sola en el viento mi bandera
No quiero quedarme en casa sentado en la sala
Cuando afuera una masa de indiferencia
Malvive mi herencia, y he tenido paciencia
Pasan años y como si nada la misma mamada
Y seguimos doblados como sin ver
Que no nos deja nada, nada
Seguir siendo la misma colonia disfrazada como libre asociación
Digo que no nos deja nada, nada
Seguir siendo el único pueblo latinoamericano que nunca se liberó
Qué será, qué será lo que nos aguanta
Ay mamá cuando será
Que yo pueda ver como mi gente se levanta
Que ya son muchos años de resignación
Y ante nuestros ojos cegados, el gringo se come el mundo
Y nosotros de carnada, de soldado y de luto
Apoyando sus cruzadas de crudo, usándonos de escudo, lo dudo
No voy a quedarme mudo, aunque escriban muerte en mi futuro
Por que no nos deja nada, nada
Seguir siendo en todo este cuento el ejemplo perfecto
De la globalización
Digo que no nos deja nada, nada
Desfilar de cuatrienio en cuatrienio
Y para votar nuestro voto
No por la falta de lideres verdaderos bufones y cabilderos
Aquí ya se han quedado con el gobierno
El asunto esta feo lo veo y no lo creo
Qué será, qué será lo que nos espera
Ay mamá cuando será que mi gente crea
Qué será, qué será de mi isla qué será, qué será y cuando será
Que se eleve sola en el viento mi bandera
Dime que será que será Eh ah eh ah dime qué será
Qué será, qué será de mi isla que será, que será
Y cuando será
Que se eleve sola en el viento mi bandera
Que será y cuando será
O Que Será
O que será, o que será o que nos espera
Ai, mãe, quando será que meu povo acredita
O que será, o que será da minha ilha, o que será, o que será
Quando será
Que se eleve sozinha no vento minha bandeira
Não quero ficar em casa sentado na sala
Quando lá fora uma massa de indiferença
Malvive minha herança, e eu tive paciência
Passam anos e como se nada, a mesma ladainha
E seguimos curvados como se não víssemos
Que não nos deixa nada, nada
Continuar sendo a mesma colônia disfarçada de livre associação
Digo que não nos deixa nada, nada
Continuar sendo o único povo latino-americano que nunca se libertou
O que será, o que será o que nos aguarda
Ai, mãe, quando será
Que eu possa ver como meu povo se levanta
Já são muitos anos de resignação
E diante de nossos olhos cegos, o gringo come o mundo
E nós de isca, de soldado e de luto
Apoiando suas cruzadas de cru, nos usando de escudo, duvido
Não vou ficar calado, mesmo que escrevam morte no meu futuro
Porque não nos deixa nada, nada
Continuar sendo em toda essa história o exemplo perfeito
Da globalização
Digo que não nos deixa nada, nada
Desfilar de quadriênio em quadriênio
E para votar nosso voto
Não pela falta de líderes verdadeiros, bufões e lobistas
Aqui já se apoderaram do governo
A situação tá feia, eu vejo e não acredito
O que será, o que será o que nos espera
Ai, mãe, quando será que meu povo acredita
O que será, o que será da minha ilha, o que será, o que será e quando será
Que se eleve sozinha no vento minha bandeira
Diga-me o que será, o que será Eh ah eh ah diga-me o que será
O que será, o que será da minha ilha, o que será, o que será
E quando será
Que se eleve sozinha no vento minha bandeira
O que será e quando será