Hell Comes Home
Welcome home in a bodybag from the front lines of defeat.
Discharged "to a normal life" in a room
That's two feet wide and six feet deep.
And the flag on your coffin, it might as well be the nails.
When all else fails, you are the wind
That sets their sails to a war
Played out before you were born.
Business as usual.
It's business as usual.
Your business as usual is killing us all.
So bring out your dead, chalk up the score and we'll go through the motions once more.
Buried on a Sunday in a military grave with a six gun salute from the master to the slave.
For the life that you gave, the promises that they broke, and the bribes that you paid.
Back in the land of the dead you're buried where you fall.
No glorious deeds etched into a wall.
The monument is the blood in the sand, blood in the oil.
Blood on your hands.
When hell comes home, there's hell to pay.
This is the price of oil.
O Inferno Volta pra Casa
Bem-vindo de volta em um saco de corpo das linhas de frente da derrota.
Dispensado "para uma vida normal" em um quarto
Que tem dois pés de largura e seis pés de profundidade.
E a bandeira no seu caixão, poderia muito bem ser os pregos.
Quando tudo falha, você é o vento
Que enfuna suas velas para uma guerra
Que aconteceu antes de você nascer.
Negócios como sempre.
É negócios como sempre.
Seu negócio como sempre está nos matando a todos.
Então traga seus mortos, anote a contagem e vamos passar por isso mais uma vez.
Enterrado em um domingo em um cemitério militar com uma salva de tiros do mestre para o escravo.
Pela vida que você deu, as promessas que eles quebraram, e os subornos que você pagou.
De volta à terra dos mortos, você é enterrado onde cai.
Nenhum feito glorioso gravado em uma parede.
O monumento é o sangue na areia, sangue no petróleo.
Sangue nas suas mãos.
Quando o inferno volta pra casa, há um preço a pagar.
Esse é o preço do petróleo.
Composição: Chris Colohan