Dust And Bones
The factory whistle don't blow no more
Just wind through empty window frames
Jimmy's boy works two counties over
Nobody left to carry our names
Sarah tends her mother's garden
Plants the same seeds every spring
Her husband's grave on the hillside
She don't wear her wedding ring
But we're still here, breathing slow
Like the cottonwoods that bend but never break
We're dust and bones and prairie stone
Taking what the Lord decides to take
The church bell rings on Sunday morning
Twelve voices where there once was fifty
Father Tom reads from Ecclesiastes
About time and seasons and mercy
At the diner, coffee's a dollar
Been that price for seven years
Betty fills the cups and smiles
Knows everybody's fears
But we're still here, breathing slow
Like the cottonwoods that bend but never break
We're dust and bones and prairie stone
Taking what the Lord decides to take
This land's been hard since the beginning
Harder now than most can bear
But there's grace in staying, grace in going
Grace in the empty air
And we're still here, breathing slow
Like the cottonwoods that bend but never break
We're dust and bones and prairie stone
Taking what the Lord decides to take
Taking what the Lord decides to take
Poeira e Ossos
O apito da fábrica não soa mais
Só vento passando por janelas vazias
O filho do Jimmy trabalha em dois condados adiante
Ninguém mais pra carregar nossos nomes
A Sarah cuida do jardim da mãe
Planta as mesmas sementes toda primavera
A sepultura do marido na colina
Ela não usa seu anel de casamento
Mas ainda estamos aqui, respirando devagar
Como os algodoeiros que se curvam, mas nunca quebram
Somos poeira e ossos e pedra da pradaria
Aceitando o que o Senhor decide levar
O sino da igreja toca na manhã de domingo
Doze vozes onde antes havia cinquenta
O padre Tom lê de Eclesiastes
Sobre tempo, estações e misericórdia
No restaurante, o café custa um dólar
Esse preço já faz sete anos
A Betty enche as xícaras e sorri
Sabe os medos de todo mundo
Mas ainda estamos aqui, respirando devagar
Como os algodoeiros que se curvam, mas nunca quebram
Somos poeira e ossos e pedra da pradaria
Aceitando o que o Senhor decide levar
Essa terra tem sido dura desde o começo
Mais difícil agora do que a maioria pode suportar
Mas há graça em ficar, graça em ir
Graça no ar vazio
E ainda estamos aqui, respirando devagar
Como os algodoeiros que se curvam, mas nunca quebram
Somos poeira e ossos e pedra da pradaria
Aceitando o que o Senhor decide levar
Aceitando o que o Senhor decide levar